A edição mais recente da revista DECO - Pro Teste, apresentou finalmente uma análise do iPhone e dos tarifários que são praticados em Portugal e a análise revelou-se pouco simpática para todas as partes, comprovando que os utilizadores são os grandes prejudicados.

O artigo começa por destacar as virtudes do iPhone, listando algumas funcionalidades que demonstram que o interface do iPhone é a grande arma (interface partilhado com o iPod Touch, que acabou por representar o iPhone num comparativo com o Nokia N95).
Obviamente que o artigo passa pelos defeitos ou falhas do iPhone, criticando o teclado e a dimensão das teclas, a impossibilidade de mudar a bateria sem a intervenção da Apple (que tem um custo associado, embora eu ache que este facto não é fundamental), não permite enviar MMS e realizar chamadas de vídeo, cuja câmara não permite gravar vídeo, destacando-se a ausência de flash e autofocus, impossibilidade de reencaminhar SMS (quem usa isto...nunca me ocorreu que faltava isso), é sensível à humidade, apresentando problemas quando é utilizado com as mãos suadas e quando apanha alguns choviscos.
A análise prossegue com uma dura crítica (ainda podia ter sido mais implacável) às operadoras que vendem o iPhone em Portugal, a Vodafone e a Optimus, considerando os tarifários como "castradores", uma conclusão que todos nós que acompanhamos estas coisas tinhamos chegado, assim que os tarifários foram conhecidos.
A DECO considera que dos planos pós-pagos, da Vodafone e Optimus, só o plano Best iPhone 500 da Vodafone, permitir poupar 20 Euros, considerando o valor do próprio iPhone (versão 8GB). Contudo, a mensalidade é elevada, tornando-se num peso na despesa mensal, apesar da poupança no valor do telemóvel, um tarifário claramente pensado para quando utiliza intensivamente o telemóvel.
Todas as outras opções são consideradas muito elevadas. Todo o comparativo está disponível no artigo.
A análise faz ainda uma pesada crítica quando ao desbloqueio do iPhone, através das operadoras. Na Optimus não é opção e na Vodafone custa "somente" 200 Euros.
Em termos de Dados, a análise da DECO incide sobre os tarifários pré-pagos ou que foram mantidos, uma vez que implicam a adesão de uma mensalidade (20 Euros) dedicada ao tráfego de dados. A DECO, chega a referir que a opção diária de 3 Euros até poderá ser uma opção viável.
Quem estiver interessado, pode ler o artigo completo aqui.
Um agradecimento ao Mr. Conguito e ao Catroga pela obtenção dos "conteúdos".
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