O pessoal da ACAPOR e responsáveis por grandes empresas de media e música, sempre defenderam a existência de sistemas de protecção de conteúdos, também conhecido por DRM, sistemas que, alegadamente, evitam a cópia e distribuição desses conteúdos.
E de facto, protege...mas faz outra coisa...prejudica e muito, a experiência de utilização de quem pagou por aquele conteúdo. Porque raio, terei que levar com uma mensagem anti-pirataria, se eu acabei de adquirir aquele filme?
Recentemente, pela blogosfera, foram publicadas duas imagens, que definem bem o que acabo de descrever e que fazem uma comparação clara sobre a diferença na experiência de utiilzação e obtenção de um conteúdo legal e um conteúdo ilegal.
Uma relativa a filmes...

E outra relativa a audiobooks...

O iTunes é muita vez criticado, mas é das poucas aplicações que consegue o melhor dos dois mundos...excelente experiência de utilização de conteúdos media (atenção, não estou a falar da aplicação iTunes. Essa já merecia uma revisão profunda) e a protecção.
Infelizmente, no que diz respeito a filmes e séries, por uma questão de direitos, são conteúdos que não estão disponíveis para Portugal, para além dos preços tabelados por cima...mas, voltamos ao mesmo...são preços impostos em grande parte pela própria indústria. A Apple, neste caso, é um mero revendedor.
Portanto, meus senhores...se calhar já estava na hora de rever essas protecções.
Eu já disse que comecei a comprar mais música no iTunes, desde a eliminação da protecção da música vendida através do iTunes?
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