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Já o referi, não sou um confesso fã do Ronaldo. Mas não me entendam mal. Falo da "marca" Cristiano Ronaldo. Do CR7, num todo. O folclore em torno de tudo o que tem a ver com o Ronaldo e que nada tem a ver com futebol. É a mãe. É a Irina. São as irmãs. É o filho. É a mãe do filho. A lista é longa.
Mas se essa tal marca existe é porque há jogador de futebol que chegou ao topo do mundo, na brilhante carreira que começou no Sporting, rapidamente se transferiu para Manchester United, depois de um jogo de inauguração do novo Estádio de Alvalade, absolutamente fantástico, que foi um autêntico passaporte para o teatro dos sonhos. Depois disso, há um Real Madrid, títulos europeus de clubes, 2 mundiais (2006 e 2010), 3 europeus (2004, 2008, 2012). Todos os recordes que Ronaldo tem oportunidade de bater, bate. E já se provou na força da natureza que ele é.
Um génio da bola.
Mas nem tudo é perfeito. Apesar desta carreira, as prestações na selecção e nos torneios de verão, como são os mundiais e os europeus, não ficaram propriamente para a história. Mas os recordes começam também a surgir na selecção. Então o que falha? Porque Ronaldo não é consensual, como foi Figo ou Rui Costa?
Deixo as respostas para os entendidos ou pseudo-entendidos (bem curiosa, esta análise realizada pela Rita Fresh, em 2009).
Agora só espero que a passagem às meias-finais, não provoque uma cegueira no país. O torneio é complicado e os adversários muito difíceis e teremos que colocar os pés bem assentes no chão. Para a história fica a foto que ilustra este post.
Aquele momento, aquele enquadramento, com aquela camisola é um belo resumo do caminho realizado até às meias-finais. Como adoro fotografia, este foi um excelente pretexto para publicar este post.
E porque falei no Figo...o que dizer sobre esta reacção ao golo de Ronaldo? Priceless.