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The Girl with the Dragon Tatoo

por Phil, em 22.07.12
The Girl with the Dragon Tattoo

 

 

Finalmente, tive oportunidade de ver a versão norte-americana do "The Girl with the Dragon Tatoo" e confirma-se o filmaço que colocou meio mundo a falar do filme baseado no romance de Stieg Larsson, autor da triologia Millennium, triologia já completa no cinema através das adaptações suecas que chegaram ao mundo inteiro e serviram de base para a versão americana, protagonizada por Ronney Mara e Daniel Craig e realizado por David Fincher.

 

 

Triologia Millennium

 

 

Só agora tive oportunidade de ver o primeiro filme e como já tinha ouvido falar muito bem das versões suecas, fui então à procura delas.

 

 

Ou seja, ainda consegui ver metade do primeiro filme da versão sueca e do que vi, posso dizer que as duas versões se complementam. Na versão norte-americana encontramos melhor fotografia, é visualmente mais arrebatador, mas a versão sueca não se fica atrás. É mais crua e os dois personagens mais importantes "colidem" mais cedo na história e há ligações importantes e detalhes na investigação que estão mais coerentes e são mais claros para o espectador.

 

 

Triologia Millennium

 

 

Uma coisa é certa. Fiquei absolutamente conquistado pela história e pelos personagens, apesar de ter visto na companhia de alguém que não estava propriamente agradado com o ritmo do filme. Sinceramente, a história, as personagens, o ambiente, a fotografia, compensam claramente o ritmo da história e do filme. Com certeza, que terá ajudado o facto de gostar bastante deste estilo de filme.

 

 

 

 

Entretanto, como surgiu a curiosidade em torno dos romances, estive a fazer uma pesquisa rápida no que diz respeito da eBooks.

 

 

Como é complicado encontrar ebooks em português "na rede", acabei por encontrar outra solução. Mais legal e que implicará mais custos (ainda assim, mais baratos que os livros físicos). Mas assim, financia-se os escritores, o que me parece justo, certo?

 

 

Ora bem, descobri que a Leya tem uma oferta bem interessante de eBooks.

 

 

Infelizmente, nestas coisas dos formatos eles gostam de complicar e por isso, existem os blogs amigos para ajudar.

 

 

No blog, KindlePT.com, é possível encontrar alguns guias bem úteis para quem comprar numa loja como a Leya e pretender ler num Kindle ou num iPad.

 

 

- Guia para converter eBooks para Kindle.

 

- Guia para converter eBooks para outros formatos.

 

 

Sempre fui um céptico em relação aos eBooks, mas parece que é o caminho a seguir (pelo menos, com ecrãs eInk, como o Kindle) e o Kindle Touch, não se sai da cabeça.

 

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publicado às 16:21



4 comentários

De pintolaranja a 23.07.2012 às 14:42

Decididamente as duas versões são complementares... mas nenhuma delas atinge a qualidade do livro :)

Acho que acabei por ficar um bocado desiludida com qualquer dos filmes, quando se lê a história primeiro as expectativas ficam à partida muito mais elevadas.

De Phil a 23.07.2012 às 15:11

Essa é a velha questão. As adaptações de livros ao cinema.

Confesso que não li os livros, mas diria que os livros são livros e o cinema é cinema. São formatos diferentes e que merecem um tratamento distinto.

Ou seja, um filme nunca vai conseguir cumprir o objectivo de um livro. É por isso que sempre defendi o tipo de adaptação que foi realizada com o Lord of the Rings. No fundo, o que interessa é reescrever a história e que não se perca a essência da mesma e que seja bem contada e filmada.

Repito, não li os livros desta triologia, mas arriscava dizer que as duas versões, sueca e americana, conseguem captar a essência do livro e da história. Pelo menos, fiquei com essa sensação, pelas diferenças que encontrei entre os dois filmes.

Agora, estou curioso para ver os outros filmes. Já lá tenho para ver! ;)

De pintolaranja a 23.07.2012 às 15:17

Ok, bem contada e bem filmada, de facto.
Vendo as coisas por esse prisma acho que qualquer dos filmes cumpre a missão, a diferença essencial estará na intensidade, que essa sim considero inferior ao livro.

Mas claro está que a ler também usamos muito da nossa imaginação, portanto a intensidade será variável em consonância.

Talvez as partes de história de que senti falta não sejam fundamentais, em boa verdade a acção principal está lá, é uma questão ainda por debater com alguém que tenha, como eu, lido o livro e visto os filmes.

Have fun! :)

De Isa a 23.07.2012 às 21:09

Tenho que concordar com a/o pintolaranja :)

O meu gajo perdeu umas madrugadas a ver os filmes e gostou, depois fez-me ler os livros. Sempre que terminava um via o filme correspondente e a sensação que ficava era sempre "meh!" he he ao contrário não sei como seria, na volta até é mais fixe, pelo menos deves sentir-te menos roubado :D

Os livros são riquíssimos em pormenores e nos filmes cortam demasiado para aquilo caber no formato.. o último então, detestei a parte final..

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