Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]

Não me recordo como, mas já tinha o "Eat Pray Love" para ver. Quis o destino que uma simples e profunda conversa, tocasse no filme e no livro em que é baseado. Era o clique que precisava para ver o filme.
Veremos se não será o clique para algo mais. A semana que acabou, ainda que uma excepção, provou que há esperança para algo melhor.
E para além do filme, se ficaram curiosos com a autora do livro, Elizabeth Gilbert, podem acrescentar ao filme, a visualização desta TED Talk com a própria autora, sobre o processo criativo e os medos de quem tenta ser criativo.

Ontem foi dia de Superbowl, o dia da grande final de Futebol Americano. Para muitos é só uma final de um desporto que não acompanham...para outros, só interessa o "Halftime Show" e ainda para outros interessa o impacto que o evento tem.
No meu caso, acho tudo conta. Gostava de acompanhar mais o futebol americano, mas não deixo de acompanhar o impacto que o evento tem no mercado publicitário, no cinema, através dos trailers e do Social Media, que ontem, tornou-se fundamental, por causa da quebra de energia, no 3º Quarter de jogo.
E de facto, ontem, o momento do evento, foi mesmo a quebra de energia...foram mais de 30 mins absolutamente frustrantes...mas teriam assim tão frustrantes?? A ver pela minha timeline de ontem, não me pareceu nada e na realidade recordes foram batidos, naquela que se tornou a plataforma ideal para estes modelos: o Twitter.
Chegados ao intervalo, já o recorde do ano passado de tweets já tinha sido ultrapassado, mas quais foram os picos de tweets?
- Quebra de energia: 231.500 tweets por minuto (TPM)
- Touchdown dos Ravens pelo Jones que percorreu 108 jardas (novo recorde): 185.000 TPM
- Final do jogo. Os Ravens ganham: 183.000 TPM
- Jones faz uma recepção de um lançamento de 56 jardas para touchdown (final do 2º quarter): 168.000 TPM
- Gore fazz touchdown para os 49ers: 131.000 TPM
Portanto, estes números provam que o momento alto foi mesmo a quebra de luz e que isso podia tornar-se um pesadelo para os anunciantes. Ora, o que o Twitter ontem provou é que pode ser precisamente o contrário. Marcas como a Audi (9.000 retweets), Oreo (14.000 retweets) e Tide (1.250 retweets), provaram que aquele momento seria o ideal para promover a sua marca. No caso da Audi, acabou por ser ainda mais irónico, porque o evento decorreu no "Mercedes-Benz Superdome".
Mas ainda existe outra vertente do Superbowl...os intervalos. Ao contrário do que se pensa, não existe apenas um grande intervalo (onde pelo meio, temos um mini concerto de 15mins), mas existem vários intervalos, cujas slots, custam muitos milhões de dólares. Entre esses anúncios, estão alguns dos principais trailers dos filmes que marcam a primeira metade de 2013.
Obviamente, depois temos os anúncios propriamente ditos. Podem ver os melhores spots, no FilmSpot.
Mas um Superbowl não é um Superbowl, sem o "Halftime Show" e este ano, o show contou com a presença de Beyonce e das Destinys Child. E sim, foi espectacular...uma verdadeira diva.
Ainda acham que o Superbowl é um evento que deve ser ignorado??

Aqui está um resumo que nos mostra os filmes que marcaram o ano de 2012. Nesta montagem encontram-se alguns que ainda não estrearam em Portugal e que estou muito curioso com eles.

Faltam apenas 5 dias para a estreia em Portugal do primeiro filme da nova triologia de Peter Jackson. "The Hobbit: An Unexpected Journey" é o título do primeiro filme e vão pipocando os habituais especiais sobre a estreia.
Deixo-vos com um desses especiais de 15 minutos, que nos dá a ideia do que vamos encontrar, neste regresso à Middle Earth.

Faltam 8 dias, para a estreia em Portugal do primeiro episódio da próxima triologia de Peter Jackson - The Hobbit. O plano inicial passava apenas por lançar dois filmes, mas na fase final de produção do primeiro filme, que agora vai estrear, decidiu-se avançar para uma nova triologia.
As críticas não tardaram, mas o trabalho feito por Peter Jackson e toda a produção que o acompanha, com a triologia do "The Lord of the Rings", permite-me olhar para a nova triologia de forma extremamente positiva e acredito que grande parte da mitologia tolkiana que será incluída nesta nova triologia possa agradar a todos...fãs dos livros e não só.
E agora, vocês já sabem...o habitual trailer...

Está encerrada a triologia do Batman, idealizada e realizada pelo Christopher Nolan e parece-me que fechou da melhor forma possível e por favor, não me falem noutro reboot do Batman.
A primeira metade do filme, que serve de setup para a extraordinária segunda metade, podia ter apresentado outro ritmo ou ser mais curta. Por outro lado, a segunda metade, podia ter sido mais longa e que apostasse no esclarecimento de alguns detalhes. Há ali momentos em que a acção decorre a um ritmo, que a própria montagem não resolveu.
Tirando isso, gostei muito deste final de triologia e da forma como Nolan conseguir implicitamente, encaixar quase todos os elementos mais importantes da mitologia do Batman. Um filmaço.

E uma última palavra para a "minha" cidade de Nova Iorque, a forma como se tornou num excelente cenário como Gotham City, que até aqui era assumido por Chicago e como o cruzamento da Wall Street com a Broad Street, se tornou fundamental nas cenas principais do The Dark Knight Rises. Quem diria, que o combate final entre o Batman e o Bane ia ocorrer, ali, bem em frente do Federal Hall e nas respectivas escadarias.

Finalmente, tive oportunidade de ver a versão norte-americana do "The Girl with the Dragon Tatoo" e confirma-se o filmaço que colocou meio mundo a falar do filme baseado no romance de Stieg Larsson, autor da triologia Millennium, triologia já completa no cinema através das adaptações suecas que chegaram ao mundo inteiro e serviram de base para a versão americana, protagonizada por Ronney Mara e Daniel Craig e realizado por David Fincher.

Só agora tive oportunidade de ver o primeiro filme e como já tinha ouvido falar muito bem das versões suecas, fui então à procura delas.
Ou seja, ainda consegui ver metade do primeiro filme da versão sueca e do que vi, posso dizer que as duas versões se complementam. Na versão norte-americana encontramos melhor fotografia, é visualmente mais arrebatador, mas a versão sueca não se fica atrás. É mais crua e os dois personagens mais importantes "colidem" mais cedo na história e há ligações importantes e detalhes na investigação que estão mais coerentes e são mais claros para o espectador.

Uma coisa é certa. Fiquei absolutamente conquistado pela história e pelos personagens, apesar de ter visto na companhia de alguém que não estava propriamente agradado com o ritmo do filme. Sinceramente, a história, as personagens, o ambiente, a fotografia, compensam claramente o ritmo da história e do filme. Com certeza, que terá ajudado o facto de gostar bastante deste estilo de filme.
Entretanto, como surgiu a curiosidade em torno dos romances, estive a fazer uma pesquisa rápida no que diz respeito da eBooks.
Como é complicado encontrar ebooks em português "na rede", acabei por encontrar outra solução. Mais legal e que implicará mais custos (ainda assim, mais baratos que os livros físicos). Mas assim, financia-se os escritores, o que me parece justo, certo?
Ora bem, descobri que a Leya tem uma oferta bem interessante de eBooks.
Infelizmente, nestas coisas dos formatos eles gostam de complicar e por isso, existem os blogs amigos para ajudar.
No blog, KindlePT.com, é possível encontrar alguns guias bem úteis para quem comprar numa loja como a Leya e pretender ler num Kindle ou num iPad.
- Guia para converter eBooks para Kindle.
- Guia para converter eBooks para outros formatos.
Sempre fui um céptico em relação aos eBooks, mas parece que é o caminho a seguir (pelo menos, com ecrãs eInk, como o Kindle) e o Kindle Touch, não se sai da cabeça.

Hoje é o dia de estreia dos The Avengers. Portanto, dia grande para os geeks e nerds que adoram estas coisas.
Contudo, há um problema. O 3D. Na tentativa de compra do bilhete, deu para perceber que foi difícil encontrar uma sala que não tivesse 3D e já estava disposto em dispensar a visualização do filme no cinema.
Felizmente, lá apareceu a sala 3 do Alvaláxia com o filme no formato normal e com real qualidade de imagem.
Portanto, senhores distribuidores...lançar os filmes praticamente só em 3D não vai aumentar o número de espectadores no cinema. Ninguém quer 3D, repito...ninguém quer 3D. Os resultados estão à vista. É mais caro, a experiência é má e a qualidade da imagem é afectada. Por isso, não inventem mais.
Pelo preço dos bilhetes de cinema actuais, prefiro trocar a ida ao cinema, por um serão bem passado no teatro.
Nos últimos anos, tenho perdido todo o encanto que tinha em relação ao cinema (sala de cinema). Nos dias que correm, cinema significa bons filmes, vistos no conforto da sala, com um bom ecrã, com qualidade Full HD, a 1080p. Portanto, não é por acaso, que vou ficando entusiasmado com o futuro em formato 4K.
Agora, 3D? Não, muito obrigado.

Ao contrário do que tem acontecido nos últimos anos, este ano devo assistir à cerimónia dos Óscares, tendo visto somente dois filmes do conjunto de filmes que estão nomeados para Melhor Filme.
Midnight in Paris e o filme que tive oportunidade de ver hoje...Hugo ou em português, "A Invenção de Hugo".
Confesso que gostei muito do filme. É uma excelente homenagem ao cinema e às suas origens e a capacidade que o cinema em fazer-nos sonhar.
Não gosto de analisar muito os filmes. Qualquer análise que possa será sempre subjectiva, seja feita por mim ou por alguém que se diga especialista em cinema (como dizia o outro, vocês sabem de quem eu estou a falar). Por isso, não gostaria de aprofundar muito mais, mas diria que o filme ganharia e muito se fosse em francês. O filme, consegue captar de forma fabulosa, todo o ambiente parisiense. Está lá tudo...concentrando a acção na estação de comboios e todas as figuras que frequentam aquele espaço. No entanto, parece que a estação não é de Paris, mas de Londres, tal é a quantidade de actores ingleses ou actores com claro sotaque britânico. Parece-me evidente que a utilização da língua francesa daria ainda mais encanto ao filme e todo o ambiente conseguido faria todo o sentido.
Dito isto, quero deixar uma palavra para o preço dos bilhetes. Acabei por assistir à versão 3D disponível no Alvaláxia. Como ainda não disponho de óculos 3D, lá foi mais um valor só para os óculos. Ou seja, um bilhete custou no total de...
9,75 euros
Portanto, senhores da indústria e senhores que apostam em coisas com o PL118, ainda acham que o problema está na pirataria? Really? Na pirataria? Vocês têm noção no impacto que este valor pode ter nas famílias? Reparem...um casal pagaria 19,50 euros. E um casal com 1 filho, pagaria 29,25 euros.
Digam-me sinceramente? Isto é demagogia? Isto é defender interesses obscuros? Expliquem-me?
Quanto disserem disparates como "o número de espectadores nos cinemas é baixo por causa da pirataria", façam algumas contas e revejam lá o vosso discurso. Os números estão lá. As conclusões são fáceis de tirar. Não inventem...é só o que eu peço.

De facto, este Star Wars - Episódio 1 em 3D, veio confirmar efectivamente, que o 3D não é o futuro do cinema. De resto, a experiência de ontem, no Cinema São Jorge, não foi muito diferente do que senti com o Avatar, o primeiro e único filme em 3D que tinha visto.
É o desconforto, é o mau "funcionamento" dos óculos, é a necessidade de utilizar os óculos, é o problema de já usar óculos. É toda uma experiência que falha em todos os sentidos, mas desta vez, a experiência passava por ver um filme de Star Wars, uma estreia a nível mundial, afinal o filme só estreia nas salas mundiais, a partir do próximo dia 9/10 de Fevereiro e ainda houve direito a viver um ambiente altamente geek.

Em suma, recomendo esta versão 3D para quem pretende listar na sua "Bucket List" que viu os filmes da Saga Star Wars, no cinema, os originais e as reposições, viu em VHS, viu em DVD, viu em BluRay/HD e tem agora oportunidade de ver em 3D (no meu caso, só não vi os originais no final dos anos 70 e 80 no cinema).
Eventualmente, vou tentar ver todos os filmes em 3D, sobretudo por causa da triologia original. Tenho muita curiosidade em perceber como foi possível converter os filmes originais em 3D. Mas não passa de uma mera curiosidade, porque sou fã da saga. Mas o interesse não passa daí.
Por isso, reafirmo que o 3D não é seguramente o futuro do cinema. Venha de lá o 4K.