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Time Lapse

por Phil, em 27.01.13
Time Lapse - Lisbon

 

Apesar da chuva, o final de tarde, permitiu sair de casa e ainda apanhar o pôr do sol, isto é, era a oportunidade para testar a função Time Lapse da Go Pro Hero 3.

 

Foi uma hora, cerca de 1000 fotos e muito frio. O resultado foi este vídeo.

 

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publicado às 23:00

GoPro 3

por Phil, em 27.01.13
GoPro Hero 3 - Silver Edition

 

Depois de resistir...e de resistir...e resistir...desta vez, não aguentei e acabei por adquirir a GoPro Hero 3 - Silver Edition.

 

E porque fui atrás de um adaptador para tripé, que só havia na Fnac do Fórum Almada, aproveitei logo para fazer esta brincadeira (não, não é um time lapse, são dois vídeos acelerados).

 

 

Agora é perceber o que vai sair daqui...

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publicado às 02:00

Kindle Paperwhite disponível em Portugal

por Phil, em 24.01.13
Kindle Paperwhite

 

É oficial. A Amazon disponibilizou finalmente, o Kindle Paperwhite para os mercados internacionais, entre eles, Portugal.

 

No Kindle Paperwhite, o principal destaque vai para o ecrã, isto é, para além da tecnologia touch, o Paperwhite tem uma maior resolução, é mais branco e mais 25% de contraste. Para além disso, é retro-iluminado, que permitirá a leitura num ambiente sem luz.


Para Portugal, o Kindle tem que ser comprado obrigatoriamente através da Amazon.com, sendo que, todos os custos estão incluídos na compra, ou seja, no acto de entrega do Kindle, não deverá haver qualquer tipo de cobrança adicional de taxas aduaneiras. Se isso acontecer, é porque algo se passou com a encomenda.

 

Em suma, neste momento, podem ser adquiridos em Portugal, os seguintes modelos do Kindle:

 

- Kindle - $89 (aprox. 67 euros + portes/taxas aduaneiras) - Comprar

 

- Kindle Paperwhite - $139 (aprox. 104 euros + portes/taxas aduaneiras) - Comprar

 

- Kindle Paperwhite 3G - $199 (aprox. 149 euros + portes/taxas aduaneiras) - Comprar

 

Como é sabido, já tenho um Kindle touch e por isso, não penso adquirir um Kindle Paperwhite, mas sendo louco por gadgets, não podia deixar de destacar este lançamento.

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publicado às 23:16

Review Samsung Galaxy S II LTE

por Phil, em 03.12.12
Review Samsung Galaxy S II LTE

 

Tal como tinha prometido há umas semanas, está finalmente publicada no eForum da Vodafone, a review do Samsung Galaxy S II LTE, no âmbito do Programa Cliente Consultor da Vodafone.

 

 

Passem por lá, consultem, comentem e deixem a vossa opinião. Pessoalmente, estas reviews são uma oportunidade para testar equipamentos, que são uma alternativa aos produtos da Apple, como o iPhone e o iPad, dos quais, como sabem, sou fã. Nesta aventura, já experimentei o HTC Sensation, o Samsung Galaxy Tab 8.9 LTE e o Samsung Galaxy S II LTE e infelizmente, este conjunto de equipamentos é uma grupo demonstrativo de um dos problemas do ecossistema Android: as actualizações do sistema operativo. 

 

Foram 3 equipamentos que tive oportunidade de experimentar, depois do lançamento do Android 4.0 - Ice Cream Sandwich e em nenhum deles tive a chance de testar o Ice Cream Sandwich. Nenhum. O último caso é ainda mais evidente. O Galaxy S II já tem actualização disponível, mas a variante LTE, não tem. Portanto, nestas reviews o balanço é:

 

- 2 equipamentos com Android 2.3 - Gingerbread

 

- 1 equipamento com Android 3.1 - Honeycomb

 

- Nenhum equipamento com Android 4.0 ou 4.1

 

Muitos estarão a pensar que há ROMs alternativas e que dessa forma, posso actualizar para a versão mais recente, mas não podemos esquecer que estas reviews são oficiais para a Vodafone e não é possível recorrer a esses métodos alternativos.

 

Outra queixa que faço, especificamente com os equipamentos Samsung é com o TouchWiz, a layer gráfica que a Samsung criou para o Android. Se nas primeira versões era justificada a existência desta layer, nas últimas versões isso não se justifica, precisamente por causa da evolução que tem ocorrido no sistema operativo Android.

 

Finalmente a autonomia e esta crítica é generalizada. Como é possível ter-se evoluído tanto na tecnologia móvel, mas a evolução nas baterias, claramente ficou aquém do desejável. Inacreditável como os smartphones de topo, com as principais funções ligadas (3G/4G, Wifi, GPS), têm dificuldade em chegar às 12/13 horas de funcionamento. Não há muito tempo, uma colega minha comprou um Galaxy S III. Perguntei-lhe quanto tempo durava a bateria e respondeu, salvo erro, cerca de 2/3 dias. Fiquei espantado a olhar para ela. Voltei a olhar para o equipamento e as funções que referi há pouco, estavam todas desligadas. Curiosamente, ela queixava-se que era pouco...

 

É por isso que estranho, que não haja um sério investimento no desenvolvimento de baterias para assegurar que um equipamento deste género dure, pelo menos, com as principais funções ligadas, as horas úteis de um dia (e sim, também me estou a lembrar das baterias para outras coisas que não smartphones ou tablets).

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publicado às 22:36

Novos Gadgets

por Phil, em 03.11.12
iPad mini | Nexus 7 | Windows Phone


Entre ontem e hoje, tive oportunidade de descobrir alguns dos novos gadgets ou plataformas que andam por aí. Mas vamos começar pelo gadget mais recente, o iPad mini.

 

O iPad mini está disponível em Portugal desde sexta-feira, dia 2 de Novembro e hoje passei pela Fnac para testá-lo muito rapidamente. Em traços gerais, a qualidade de construção, mais uma vez, impressiona, mas o ecrã desilude e o tamanho não é propriamente adequado para a utilização com uma mão, embora isso dependa o tamanho das mãos do seu utilizador e nessa questão em particular, o Nexus 7, que também tive oportunidade de experimentar na Fnac, é imbatível, embora seja um pouco mais pesado.

 

Mas vamos voltar ao iPad mini e ao seu ecrã. Para o utilizador comum e menos exigente, provavelmente esta questão não será sequer pertinente ou relevante. Mas, não é o meu caso e fiquei ligeiramente incomodado quando assisti ao lançamento e verifiquei que o ecrã do novo iPad mini não seria Retina Display (embora não esteja interessado em comprar um novo tablet, uma vez que não tenho perfil para tablets). Dei o benefício da dúvida e hoje confirmei que poderá ter sido um erro, apesar do sucesso de vendas que poderá ser. O iMore defende a Apple, dizendo que essa escolha podia afectar o hardware o tamanho do equipamento. Mas, a própria gama de produtos da Apple não confirma o argumento do iMore.

 

Primeiro, vamos verificar que equipamentos têm Retina Display e onde se enquadra o iPad mini (e o iPad 2):

 

- iPhone 4 (3.5 polegadas | 326 ppi)

 

- iPod touch - 4ª geração (3.5 polegadas | 326 ppi)

 

- iPhone 4S (3.5 polegadas | 326 ppi)

 

- iPod touch - 5ª geração (4 polegadas | 326 ppi)

 

- iPhone 5 (4 polegadas | 326 ppi)

 

- iPad mini (7.9 polegadas | 163 ppi | sem Retina Display)

 

- iPad 2 (9.7 polegadas | 132 ppi | sem Retina Display)

 

- iPad 4ª geração (9.7 polegadas | 264 ppi)

 

- MacBook Pro (13.3 polegadas | 2560x1600 a 227ppi)


- MacBook Pro (15.4 polegadas | 2880x1800 a 220ppi)


Portanto, nesta lista, podemos verificar o que existia no mercado, quando o iPad mini foi lançado. Agora pergunto, porque razão a Apple insistiu em lançar um iPad mini sem Retina Display. Nesta altura, estarão a questionar-se...mas o ecrã é mais pequeno, se calhar compensa, não? O iMore responde a essa pergunta, com as fotos macro que tirou.


Da esquerda para direita, iPad 2 a 132ppi, iPad mini a 163ppi, iPad 4 a 264ppi e iPhone 5 a 326ppi.

 

Retina Display Macro (iMore)

 

Como diriam alguns, "Once you go Retina Display, you never want anything else". E foi essa a principal sensação que tive, assim que experimentei o novo iPad mini. Considerando que a Apple já lançou ecrãs Retina Display com dimensões mais pequenas e maiores que as 7.9 polegadas, fica difícil entender a decisão da Apple.


Logo a seguir, experimentei o Nexus 7, o tablet do Google, produzido pela Asus, na versão de 32GB, que está disponível na Fnac por 249€. Como se trata de um equipamento de exposição fica muito complicado testar de forma eficaz. De qualquer forma, fiquei muito bem impressionado com o harware e com os materiais utilizados. Bem mais pesado, que o iPad mini, acaba por ser confortável pegá-lo com uma única mão, até porque o Aspect Ratio permite que o Nexus 7 seja mais estreito. O Nexus 7 vem instalado com o Android 4.1 Jelly Bean. Não foi possível testar completamente, mas continua a faltar qualquer coisa ao Android em geral. Acabei por testar o browser e a experiência não foi a melhor. E é pena, porque o hardware que equipa o Nexus 7, é muito interessante.

 

Por isso, quem não estiver disposto a pagar mais de 250€ por um tablet e não estiver dependente do ecossistema da Apple, o Nexus 7 é uma opção muito interessante, até porque o Android 4.2 está muito próximo.

 

Finalmente, o Windows Phone. Na Fnac, tive a experimentar o Nokia Lumia 900, mas durante o dia de ontem (sexta-feira), tive oportunidade de experimentar a fundo, o Nokia Lumia 800 e o Windows Phone 7 e meus senhores, gostei muito. Obviamente que é um sistema com defeitos, mas tem imensas virtudes. O Windows Phone tenta apresentar uma perspectiva diferente nos sistema operativos móveis e não só, porque a versão desktop tem uma forte influência do Windows Phone, que acabou por adoptar o interface do sistema operativo do Zune, o extinto leitor multimédia da Microsoft.

 

Gostei do look and feel, do interface, da fluidez do sistema, da integração e sincronização de contas, contactos, e-mail (mesmo com o Google), personalização do Home Screen, etc. A sério, gostei e até me convenceu mais que o Android. Mas, atenção...ainda está longe de ser um sistema perfeito, sobretudo por causa do tal ecossistema e quando se fala de ecossistema, não estou a falar apenas da existência ou não de loja de aplicações ou da oferta disponível. É muito mais do que isso. E até o Android, integrado com o ecossistema do Google consegue estar num nível elevado. O Google Now é a materialização disso mesmo.

 

 

Para terminar, gostaria de deixar uma palavra sobre o futuro da Apple. Depois de ter lido este artigo sobre um jornalista frustrado com os erros da Apple e este artigo sobre a influência positiva de Jonathan Ive poderá ter no futuro da Apple, após o despedimento de dois elementos importantes da administração da Apple.


Primeiro gostava de arrumar com a questão "Depois de Steve Jobs". Esse argumento é vazio e que não faz sentido. Pelo menos, para já, uma vez que a Apple ainda está e esteve até aqui, sob a influência do plano que Steve Jobs teria para a empresa. E nos dias que se seguiram à morte de Jobs e sobretudo na homenagem que foi feita em Cupertino, ficou claramente a ideia que o homem que se seguia era Jonathan Ive. Tim Cook tinha assumido a função de CEO, mas o homem central era seguramente Jonathan Ive.

 

No entanto, depois de se conhecer a notícia do despedimento de Scott Forstall, ficou a ideia que era ele que estava a ganhar espaço, até pela importância e pelo sucesso do iOS. Mas seria mesmo assim? O tempo o dirá. Sobre este tema em particular, há um artigo muito interessante da autoria do Om Malik.

 

Mas, já não é a primeira vez que me falam do "Depois de Steve Jobs, já se esperava isto. Já não é a mesma coisa". Por isso, quando li este artigo, fiquei impressionado com a listagem de situações menos positivas que foram apontadas e curiosamente, a sua maioria do tempo em que Steve Jobs, ainda estava vivo e era CEO da Apple (ah e o senhor do artigo está tão irritado, que vai continuar a utilizar o MacBook e o iPad).

 

Dito isto, fica a sensação que a Apple está num ponto de viragem e esta revisão na administração poderá ser fundamental e o primeiro trimestre será decisivo, uma vez que os lançamentos de Setembro e Outubro, esvaziaram o "saquinho das surpresas". Ou não e vão conseguir surpreender no primeiro trimestre? Até lá, teremos as vendas de Natal para garantir que a Apple fecha o ano em grande (ou abre o ano fiscal em grande, como preferirem).

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publicado às 23:25

GoPro Hero 3

por Phil, em 18.10.12
GoPro Hero 3

 

 

Claramente, o vídeo não é a minha praia e mais recentemente, os poucos vídeos que faço, ficam-se pelos vídeos realizados para as reviews de gadgets que vou publicando.

 

 

Mesmo assim, a câmaras GoPro nunca me foram indiferentes. Não só pelo gadget cool e espectacular que é, mas também pelas suas potencialidades. Mas considerando a baixa utilização que lhe daria e o preço, acabei por adiar a sua compra.

 

 

Contudo, julgo que tudo mudará com as nova versão. A GoPro Hero 3 caminha claramente para um trajecto de sucesso, porque os modelos agora apresentados, trazem este tipo de câmaras para um nível nunca visto, uma vez que a nova GoPro Hero 3 Black Edition, terá capacidade de gravação em 4K, 2.7K, resoluções que estariam longe de estar incluídas em câmaras tão pequenas e portáteis como é o caso das GoPro.

 

 

De qualquer forma, os modelos Silver e White Edition, tornam-se muito, mas mesmo muito interessantes para os consumidores menos exigentes e no meu caso em particular, fique muito entusiasmado com a Silver Edition. Terá capacidade de gravação a 1080p (Full HD) a 30fps e será compatível com o iOS através de uma aplicação que permitirá servir de comando e pré-visualização das imagens que estamos a gravar. Esta versão estará disponível nos EUA por $299.99, ou seja, em Portugal estará disponível aproximadamente por 300 euros.

 

 

Para quem estiver interessado, aqui está a tabela completa das principais características das novas GoPro.

 

 

GoPro Hero 3

 

 

Para finalizar, deixo-vos com o espectular vídeo, que apresenta, e de que maneira, as novas GoPro Hero 3. Se ainda ficaram com dúvidas com este post, então, o vídeo que se segue, vai tirar toda e qualquer dúvida.

 

 

 

 

Para quem quiser descobrir um pouco mais sobre as potencialidades da nova GoPro Hero 3, podem passar pelo blog do fotógrafo Chase Jarvis, que já recebeu a nova câmara e deixou as suas primeiras impressões.

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publicado às 01:12

Família Apple

por Phil, em 06.10.12
Família Apple

 

 

Depois de atrasos, reclamações e afins (as reclamações foram relacionadas com o processo de lançamento do iPhone), está finalmente renovada a família Apple, nomeadamente o MacBook pelo MacBook Pro Retina Display e o iPhone 4 pelo iPhone 5.

 

 

Oportunamente e assim que tiver oportunidade, publicarei as impressões que tive sobre estes dois novos equipamentos. Mas o feedback inicial é claramente positivo. Muito positivo.

 

 

No que diz respeito a reviews, já obtive a informação que analisarei nas próximas semanas o Samsung Galaxy SII LTE, no âmbito do Programa Cliente Consultor da Vodafone.

 

 

Samsung Galaxy SII LTE

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publicado às 18:10

Kindle touch

por Phil, em 04.08.12

Kindle touch

 

 

Depois de uma verdadeira novela que demorou várias semanas (e que ainda não terminou), o Kindle touch foi finalmente entregue no dia de ontem e foi o tempo suficiente para experimentar o leitor de e-books da Amazon.

 

 

Kindle touch

 

 

O Kindle touch apresenta um ecrã de 6 polegadas, E Ink multi-touch com resolução 600px x 800px e com uma densidade de 167 ppi e 16 níveis de contraste. Pesa cerca de 213 gramas e a combinação das suas dimensões (172 mm x 120 mm x 10.1 mm) com o peso, resultam num dispositivo muito leve.



Kindle touch




Kindle touch




Tem capacidade de armazenamento de 4GB (o que dará aproximadamente 3000 livros) e uma autonomia que poderá ir até 2 meses com o Wifi desligado e 6 semanas, com o Wifi ligado. O carregamento poderá ser feito através do cabo USB. Pode ser ligado a um computador ou um adaptador USB, que poderá ser adquirido através da Amazon, mas se já tiverem um iPhone, iPad ou outro equipamento com um adaptador USB, o mais provável é que poderão usá-lo para carregar o Kindle.



A conectividade poderá ser feita através do USB (micro-B connector) e Wireless. O Kindle touch também tem capacidade áudio, o que permitirá ouvir música enquanto lê ou acompanhar a leitura com um audiobook.



Kindle touch




Por esta altura, estará a questionar-se como poderão transferir e adquirir livros para o vosso Kindle touch. Vamos começar pela aquisição.



Felizmente, nos últimos meses, a oferta de e-books aumentou bastante, bem como a oferta de livros em português (como são os casos da Leya, Bertrand ou Wook). Já existia algum mercado de e-books, mas em língua inglesa. Por isso, é natural que a primeira escolha será a própria Amazon, que permite a compra directamente através do Kindle. Mas existe outras lojas e apesar dos sistemas de protecção, é possível de forma muito simples, transferir os livros que adquiriu, para o Kindle touch. Até mesmo a Apple, através do iBooks, permite que possamos adquirir os e-books através do iTunes.


- Amazon Kindle Books


- Bertrand Livreiros

 

- iBooks (Apple)

 

- Leya online


- Wook


 

Comprados os e-books, como podemos transferir e converter os mesmos para o nosso Kindle touch. A melhor aplicação para o fazer, é o Calibre. A aplicação é gratuita e compatível com Mac OS X, Windows e Linux. Portanto, é possível comprar e-books, em qualquer uma lojas acima indicadas e depois com o Calibre, podemos converter e transferir para o Kindle touch. Existe ainda uma outra vantagem, para os utilizadores mais avançados e que utilizam o Dropbox. É possível centralizar o Dropbox, como plataforma para guardarmos os nossos livros, bem como para guardar a Library do Calibre. Desta forma, podemos ter vários computadores diferentes a aceder à mesma library, cuja localização podemos actualizar e alterar em qualquer momento.

 

 

Send to Kindle

 

 

Com os ficheiros devidamente convertidos para formatos compatíveis com o Kindle, como é o caso do MOBI ou AZW, também os podemos transferir para o Kindle através da aplicação Send to Kindle, compatível com diversas plataformas. Com esta aplicação, podemos não só enviar livros e documentos para cada um dos nossos dispositivos registados (tanto pode ser um Kindle, como um iPad ou iPhone), mas também podemos enviar para a Library online da própria Amazon e nesse caso servirá de backup e que nos permitirá reenviar novamente um determinado livro para um dispositivo Kindle.

 

 

Kindle touch

 

 

Mas o que muitos devem estar a questionar e daí esta review é mesmo a diferença do Kindle touch em relação aos seus rivais e quando falo de rivais, estou a falar sobretudo do iPad. Mas, sinceramente, eu colocaria o iPad na mesma categoria de todos os outros tablets e smartphones, por causa do tipo de ecrã. Não falo da Retina Display, mas do facto de se tratarem de ecrãs com muito reflexo e retro-iluminados, que podem provocar cansaço no leitor. Pelo menos, no meu caso, provoca, porque não consigo ler textos muito longos em monitores e LCDs, como é o caso do Mac ou do iPad.

 

 

Kindle touch vs iPad

 

 

Kindle touch vs iPad

 

 

Por isso, diria sem margem para dúvidas que o Kindle apresenta o melhor ecrã possível para a leitura de livros e neste caso, com a vantagem de ser touch. Há quem prefira os outros modelos, mas o hábito do touch, levou-me a esperar até agora. Para se perceber melhor o que estou a descrever, nada melhor do que ver o vídeo que completamenta este post.

 

 

 

 

Se quiserem obter mais informações sobre e-books e sobre o Kindle, podem consultar os seguintes endereços:

 

- KindlePT.com

 

- eBook Portugal

 

- Kindle Portugal

 

 

Para finalizar, uma palavra para o processo de compra. Para já, vou adiar esse post, para outro dia, uma vez que pretendo explicar em pormenor, a novela em que se tornou a compra deste Kindle touch, abordando a questão do Apoio ao cliente e o papel das transportadoras.

 

 

Nota: O livro que foi mostrado nesta review é o "O Último Papa" do Luís Miguel Rocha.

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publicado às 17:18

Waiting for delivery II

por Phil, em 29.07.12
Gadgets

 

 

Tanta expectativa. A semana terminou e nada do que estava à espera acabou por chegar.

 

 

- Óculos de sol: Voltaram para trás, por causa da questão das lentes polarizadas. Veremos quanto mais tempo vão demorar.

 

 

- Kindle touch: Encomenda fechada na madrugada de 2ªfeira passada. Foi criado um ticket na UPS. Não teve qualquer alteração até hoje, o que é pouco habitual neste tipo de encomendas. Curiosamente, na 3ªfeira recebi uma chamada da UPS, para confirmar o nome completo e o NIF.

 

 

- Macbook Pro Retina Display: O prazo de entrega foi entretanto reduzido para 1-2 semanas para novas encomendas. Talvez tenha novidades no início da próxima semana.

 

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publicado às 01:22

Waiting for delivery

por Phil, em 23.07.12
Waiting for delivery

 

 

Quis o destino que todo se conjugasse para que vá receber na mesma semana, os novos óculos de sol, com os quais tive um primeiro problema com as lentes polarizadas, o MacBook Pro Retina Display, cuja encomenda foi realizada há cerca de 3/4 semanas e finalmente estou à espera de um terceiro elemento: o Kindle Touch.

 

 

Depois de uma passagem pelo blog KindlePT.com, cuja referência deixei no último post, acabei por me convencer que o caminho dos livros, passará mesmo pelos eBooks readers, como é o caso do Kindle. Atenção, estão a ler o post de um céptico.

 

 

Então, o que me prendeu este tempo todo?

 

 

Confesso, que estou ainda muito ligado à língua materna, para a leitura prolongada e como é sabido, a oferta de eBooks, na língua de Camões é pequena e escassa, para além dos problemas das conversões para os formatos nativos. Aliás, a oferta é tão escassa, que é difícil encontrar obras em Português, nos locais menos legais da Internet.

 

 

Felizmente, o cenário está a mudar e começa a ser mais fácil, encontrar algumas obras no formato compatível com os eBooks readers e a um preço mais justo e de acordo com o que estamos dispostos da pagar.

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publicado às 19:48




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