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Um ano depois...

por Phil, em 01.05.13
Um ano depois...

 

Um ano depois, Paul Miller, um dos principais editores do The Verge, conhecido site dedicado a cultura tech, cultura pop e como eles dizem, cultura cultura, dentro de poucas horas, vai regressar à net, depois de ter decidido, desligar-se totalmente da web, a partir do dia 1 de Maio de 2012.

 

Chegamos a 1 de Maio de 2013 e Paul Miller prepara-se para regressar e daqui a umas horas, o The Verge fará uma transmissão especial do seu podcast semanal, The Vergecast, para registar o regresso do seu editor à web e será também uma oportunidade de compreender, em primeira pessoa, como foi a experiência de viver em net durante 1 ano. Muitos duvidaram, mas ele conseguiu.

 

Estão curiosos com a experiência? Eu estou, porque durante semanas, afastei-me um pouco das redes sociais (da web é um pouco mais difícil) e a tarefa não foi nada fácil. Nem consigo imaginar como seria o afastamento completo, sobretudo nos dias de hoje.

 

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publicado às 00:34

O Regresso do MEC

por Phil, em 28.04.13
O Regresso do MEC

 

No Jornal de Noite da SIC de hoje (domingo, dia 28 de Abril), por mero acaso, tive oportunidade de ver a reportagem dedicada ao regresso ao Miguel Esteves Cardoso.

 

Digo, por mero acaso, porque nos dias que correm faço questão de NÃO ver os noticiários na televisão portuguesa. Com todo o respeito para os profissionais, que trabalham nas nossas televisões, a qualidade da nossa informação deixa muito a desejar. Dito isto, vamos lá voltar ao MEC.

 

Este regresso do Miguel Esteves Cardoso, com o livro “Como é Linda a Puta da Vida”, também marca a mudança para a Porto Editora, ou seja, foi o pretexto para o lançamento pela Porto Editora das obras mais antigas do Miguel Esteves Cardoso. Brutal, não?

 

Sendo eu um geek, a primeira questão que me surgiu foi: "E estarão disponíveis em e-book?"

 

E a resposta é sim. Já estão disponíveis através da wook.pt.

 

Miguel Esteves Cardoso

 

Infelizmente, aqui o vosso amigo, tem esta falha literária e nunca tive oportunidade de agarrar num livro do MEC e já não é de agora, que ando para pegar n' "O Amor é Fodido". Acho que agora, não me pode escapar.

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publicado às 22:15

iPhil.pt

por Phil, em 18.01.13
iPhil.pt

 

No âmbito da "verdadeira" liberalização dos domínios .PT, finalmente tive oportunidade de registar o domínio iPhil.pt.

 

Para já, o domínio de referência vai continuar a ser o endereço iPhil.com.pt e o novo domínio iPhil.pt, terá simplesmente um redirect para o endereço antigo. Mais tarde, com mais tempo, farei todas as alterações necessárias.

 

Apesar dos preços, há finalmente condições para massificar a utilização do domínio .PT.

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publicado às 00:01

Google Maps de regresso ao iPhone

por Phil, em 13.12.12
Google Maps para iPhone


É oficial. O Google Maps está de regresso ao iPhone. Depois de muita polémica em torno dos Mapas da Apple, aquando do lançamento do iOS 6, o Google finalmente lançou a sua aplicação oficial de mapas, para iPhone. 

Parece-me que a aplicação Google Maps para iPhone, é neste momento, a aplicação que o layout mais refinado, para além da qualidade dos mapas que são apresentados. 

The Verge já fez a sua análise e fiquem com o vídeo que mostra um pouco mais do que podem descobrir na nova aplicação.



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publicado às 10:45

2012 através do Google

por Phil, em 12.12.12
Google Zeitgeist 2012

 

Via Google Zeitgeist 2012 (para Portugal).

 

 

Já agora, também pode consultar as reviews de 2012 do Twitter e Facebook.

 

 

Actualização: Também os Blogs do Sapo estão a fazer a seu balanço de 2012.

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publicado às 13:17

BicicletaEmLx by FotoBen

por Phil, em 11.12.12
BicicletaEmLx by FotoBen

 

Benjamim Silva será sempre no meu imaginário o "FotoBen", aquele fotógrafo que em 2005 (se não estou em erro) se lançou na blogosfera com um blog onde lançaria uma fotografia por dia, durante um ano.

 

Essa foi também a altura em que tentei entrar mais a sério na fotografia (o que quer que isso signifique), precisamente pela influência do "FotoBen". O seu projecto, em 2005, ganhou ainda mais impacto, depois de uma reportagem no DN, na Rádio Renascença e ainda outra na TVI. Não tinha como objectivo fazer o mesmo que o "FotoBen", mas sabia para onde queria ir, fotograficamente falando.

 

Quis o destino que acabasse por conhecer pessoalmente, a cara por detrás do "FotoBen".

 

Alguns anos após o primeiro projecto "não profissional", o Benjamim lançou-se na auto-publicação de livros e publicou o "BicicletaEmLx", através da plataforma Blurb, resultado das fotos que ia publicando de pessoas que vinham de bicicleta do trabalho ou que trajavam roupas normais e não os ciclistas de capacete e equipamento especializado.


Esteve em destaque no Blurb e agora foi entrevistado pelo GreenSavers.



E já agora: Oh Benjamim...estou a dever-te um copo nesse café! ;)

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publicado às 18:12

CloudPT

por Phil, em 11.12.12
CloudPT

 

Está oficialmente lançado o CloudPT. Eu sei, eu sei, a Jonas quer que seja "A CloudPT". Por isso deixo ao vosso critério como devem tratar o novo serviço de armazenamento na cloud da PT.

 

Para já, o serviço só está disponível por convite (que já não tenho) e para quem ainda não sabe, o CloudPT funciona de forma semelhante ao Dropbox e tem como capacidade base os 16GB de espaço e está disponível para absolutamente todos os utilizadores, embora nesta fase inicial só esteja disponível através de convite.

 

Pessoalmente, estou a experimentar o serviço desde o Codebits (todos os participantes tiveram direito a 50GB) e posso dizer que estou bastante satisfeito. Aqui e ali, há coisas a melhor, mas estamos a falar de um serviço que está agora a arrancar. Para além das funções mais comuns da consulta dos ficheiros que temos alojados no CloudPT, a aplicação móvel permite a sincronização com as fotos que tiramos com os nossos smartphones, o que dá imenso jeito, uma vez que o espaço disponível permite fazer backup das fotos que vamos tirando.

 

Já agora, para quem é developer e programador, recordo que o CloudPT tem API e podem desenvolver as vossas aplicações com recurso ao CloudPT. Podem passar pelo endereço cloudpt.pt/documentation para consultar toda a documentação relacionada com o desenvolvimento aplicacional com base no CloudPT.

 

Para aqueles que defendem outras plataformas, devo reforçar que o CloudPT não limita a adesão a "clientes" e não oferece capacidade com data limite. E para além disso estamos a falar de um projecto nacional, que merece ser apoiado.

 

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publicado às 12:45

Facebook vs Google+

por Phil, em 07.12.12
Facebook vs Google+

 

Muito se tem falado na web, sobre o pseudo-fracasso do Google+ e o esmagador sucesso do Facebook. No entanto, o Google, apesar de não detalhar os seus números, vai referindo que o Google+ tem uma comunidade activa com números expressivos. Por outro lado, toda a gente vai dizendo que o Google+ está deserto e não tem utilizadores e tráfego.

 

Sei que sou uma excepção, porque a minha base de utilizadores é habitualmente a mesma e passa por adicionar os principais Tech-Geeks de Portugal e Estados Unidos (e alguma da comunidade de fotografia). Foi assim com o Twitter e foi mais tarde, com o Google+. A utilização do Facebook foi sempre um pouco diferente e passava apenas por pessoas que conhecia realmente e de quem era mais próximo (ultimamente tem sido claramente diferente).

 

Este post, não tem como objectivo ser rigoroso, mesmo assim, gostaria de transmitir um pouco da minha experiência.

 

Para já, devo referir que o Google+ apresenta-se como uma rede social que junta um pouco, o conceito das outras duas (Twitter e Facebook) e integra-se em toda a plataforma Google, atribuindo um lado "social" e de partilha a todas as aplicações Google. Daí o nome: Google+. E o Google assume claramente essa postura e assume que estamos perante uma espécie de "Google 2.0", claramente social e o Google+ estará bem no centro dessa estratégia.

 

Dito isto, fico um pouco incomodado quando referem que o Google+ está deserto e não tem utilização. Para já, a minha base de utilizadores é diferente do Facebook e sigo um conjunto de utilizadores que anima e muito a minha timeline do Google+. Nesta altura, estarão a dizer que sou louco...que o Facebook tem imensa utilização. Bom...tenho cerca de 200 amigos, fazendo a avaliação por alto, diria que há cerca de 20 amigos, que são realmente activos e publicam posts de forma regular e contactá-los através do Facebook Messenger. Depois haverá ali uma faixa de outros 20 amigos, que são activos, mas ficam-se pelos comentários, pelos Likes e raramente publicam posts. E depois temos todos os outros, que esporadicamente fazem alguma coisa no Facebook. E tal como no Google+, depois temos as páginas e as marcas em que fizemos Likes, que garantem a restante actividade.

 

Repito...a análise não é rigorosa e é com base na minha experiência, que será diferente de outros, mas são números que deixam muito a desejar. É verdade, que o Facebook tem milhões de utilizadores...mas, qual é mesmo a taxa de utilização?

 

Na minha opinião, o Google+ fica para trás, pelo silo que criou, no que diz respeito à partilha de conteúdos de terceiros, como é o caso do Instagram, uma vez que a API do Google+ só permite a consulta de conteúdos. Por outro lado, a grande vantagem do Google, a médio/longo prazo é o seu ecossistema, que o Facebook tenta desesperadamente criar, mas terá uma tarefa quase impossível, embora o recente update do Facebook Messenger pareça apontar noutro sentido.

 

Ainda por cima, ontem o Google deu mais um pequeno passo, ao disponibilizar o Snapseed para iOS de forma gratuita e Android. Desta forma e pela primeira vez, temos uma aplicação que poderá fazer frente ao Instagram (será difícil) por um lado e por outro, é a primeira aplicação que nos permite (em 3 passos, é certo), publicar a mesma foto/post no Twitter, Facebook e Google+.

 

O Google+ tem ainda outro produto de sucesso, completamente diferenciador e que raramente se associa ao Google+. Estou naturalmente a falar dos Hangouts. Apesar do sucesso do Skype, entretanto adquirido pela Microsoft, os Hangouts estão a ganhar o seu espaço e estão a mudar o paradigma das ligações vídeo e webcasters, tornando-se numa alternativa ao podcasting.

 

De resto, até mesmo as estações de televisão estão a utilizar os Hangouts. Ontem mesmo, tive oportunidade de assistir em directo à entrevista do Lourenço Medeiros da SIC, sobre as novas funcionalidades de pesquisa do Google, que estão finalmente disponíveis em português.

 

Também o blog "Era uma vez na América", utilizou a plataforma com o moderador do "Combate de blogs" para comentar as eleições norte-americanas.

 

Outro projecto que ganhou vida a partir dos Hangouts, foi o Fototalking do Miguel Garcia e que regressará em breve.

 

Mas as novidades não se ficam por aqui. Também ontem, o Google lançou o Communities, uma nova forma de agregar comunidades e interesses no Google+.

 

Sejamos sinceros. Para uma "rede social" que dizem estar parada...até que há muitas novidades, não? Qual é a vossa opinião?

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publicado às 11:00

New Yorkers

por Phil, em 11.11.12
Humans of New York

 

Acabo de descobrir há pouco, através do Artur Anjos, no Twitter, o "Humans of New York", um blog, que nos apresenta retratos dos nova iorquinos, também eles, uma marca daquela cidade.

 

O blog pode ser descoberto em humansofnewyork.com e segue um layout muito semelhante ao Pinterest. Se recuarem alguns dias, podem ver algumas fotos que marcam a passagem do furacão Sandy.

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publicado às 18:36

Balanço Evento Google House

por Phil, em 25.10.12
Evento Google House



Como previsto, marquei presença no Evento Google House, realizado no Museu do Oriente. Como habitualmente, comecei a tweetar ao início do dia e começou a surgir uma pergunta curiosa...afinal, o que é o Google House?

 

 

O Pedro Rebelo, que também marcou presença teve uma resposta que resume bem o evento:

 

 

"É um evento realizado pelo Google (neste caso, pelo Google Portugal) reservado a Clientes, Partners ou Convidados em que são abordados diversos temas. Hoje o dia foi dedicado à TV, Multi-screen, Mobile, Social e as Exportações."

 

 

Evento Google House

 

 

No fundo, o Google "invade" um determinado espaço e converte-o por vários dias, como Google House, com vários pontos de interesse, apresentando zonas temáticas, que têm como objectivo promover alguns dos principais produtos do Google. Para além destes espaços, é preciso destacar o carrinho de gelados do Santini, que fazem sempre imenso sucesso e já tinham marcado presença no evento realizado em Maio, na Estação do Rossio.

 

 

Obviamente, que o espaço principal é o auditório, onde decorreu a conferência propriamente dita.

 

 

Evento Google House

 

 

Paulo Barreto, Country Manager do Google Portugal, iniciou o evento, fazendo uma pequena introdução do evento, passando rapidamente para o primeiro segmento do dia: TV.

 

 

A primeira parte deste segmento foi apresentado pelo Grégory Blay-Desforges, Video Analyst no Google França e mostrou-nos o estado do YouTube, começando por fazer um balanço do que foi feito nos últimos 7 anos, desde que foi criado, passando pela aquisição do Google e naturalmente, para onde caminha.

 

 

 

 

Confessem...digam lá que não conheciam todos os vídeos? Vá...uma parte.

 

 

Mas afinal que caminho pretende seguir o YouTube? A resposta é relativamente simples. Claramente, o YouTube quer posicionar-se como um player importante no consumo de vídeo e ultrapassar a TV. Por isso, o Grégory Blay-Desforges falou da homepage do YouTube, algumas das suas funcionalidades e a importância que o "Subscribe" terá no futuro. Serão os "novos canais" de TV.

 

 

Evento Google House

 

 

Mas como o evento é dedicado a clientes e parners, obviamente que o Google tinha que vender o produto e apresentou alguns dados, que já conhecia. Que tipo de anúncios de vídeo resultam, com que duração (quanto mais curtos, mais eficazes) e uma campanha para TV+YouTube é mais eficaz que uma campanha só para TV ou só para YouTube.

 

 

Sim, falou-se de Brand Awareness, Product Launch, Direct Response, Reputation Management e Audience Engagement.

 

 

 

 

Para conhecer mais sobre a estratégia do YouTube e as campanhas associadas ao YouTube, passem pelo YouTube.com/advertise.

 

 

No segmento que se seguiu, discutiu-se o paradigma do Multi-screen, com a presença de João Paulo Luz do Sapo/PT, de Miguel Silva da Reprise Media

Sandra Mota da Optimus e esteve em palco outro elemento da TVI, que não me recordo do nome, em substituição do Paulo Lourenço.

 

 

O elemento da TVI, apresentou alguns dados sobre a estratégia da TVI e alguns números que demonstram, que apesar de tudo, a TV ainda é um meio com força, apesar do novo cenário Multi-screen ou a "Realidade dos 4 ecrãs" como referiu o João Paulo Luz, na sua apresentação. Sobre a TVI, houve ainda oportunidade para destacar a força na Web Social, sobretudo por causa da influência (Euronews Trends) de um certo programa que está a ser transmitido neste momento e as figuras do canal, que marcam presença nas redes sociais. Abordou-se ainda o lado comercial do canal e que retorno podem ter as marcas, ao surgir nos ecrãs da TVI. Questionei no Twitter, mesmo assim, se vocês promoviam a vossa marca na TVI?

 

 

Evento Google House

 

 

As apresentações seguintes não acrescentaram muito aos conceitos já conhecidos por muitos como aqueles que abordei no tópico do YouTube e houve claramente um denominador comum: A co-existência de vários ecrãs e como deve ser elaborada uma estratégia para existir complementaridade entre eles.

 

 

O debate com todos os oradores deste segmento terminou com uma pergunta bombástica e que gerou alguma discussão (saudável, claro): "Para que serve todas as métricas de análise de uma campanha, se o que determina o sucesso de uma campanha são os números de vendas?"

 

 

Obviamente que a resposta não é assim tão linear. Há campanhas que resultados imediatos e há outras iniciativas com uma estratégia distinta, que podem gerar vendas ao longo do tempo e num período mais prolongado. Os oradores defenderam-se muito bem, nomeadamente a responsável de comunicação da Optimus, Sandra Mota e a moderadora deste segmento, Inês de la Mata, Industry Head do Google Portugal.

 

 

Depois de um belíssimo almoço, também servido no restaurante do Museu do Oriente, passamos para o segmento "Social & Mobile" com destaque para o Google+, apresentado pelo Bernardo Correia, Industry Head FMCG do Google UK. Num tom humorístico ele deu a escolher: Keynote e slides ou Live Demo? A escolha foi óbvia: Live Demo. E com recurso ao browser (o Chrome, claro), o Bernardo Correia explicou o que distingue o Google+ das restantes redes sociais e que essas redes encontram-se num sistema quebrado. Ele foi mais longe e referiu que o Google+ é uma espécie de Google 2.0 e que o Google deseja que todos os produtos Google se tornem sociais, precisamente com recurso a estrutura do Google+. Concluiu este ideia com a frase: "Social makes Google Better." Por isso, ele demonstrou a importância de uma pesquisa em que o Google nos conhece e atribui uma determinada relevância e uma pesquisa "anónima" em que os resultados podem ser menos relevantes para o utilizador.

 

 

O Bernardo Correia não deixou de destacar alguns elementos diferenciadores no Google+, face à concorrência. Por isso, falou da importância que o Hangouts tem tido, mesmo nos Mass Media e a excelente comunidade de fotografia, que se juntou ao Google+.

 

 

 

 

Seguiu-se Carlos Paulo, Industry Head do Google Portugal, que abordou temáticas que eu já conhecia, na minha presença no Google House em Maio. Começou por analisar o mercado mobile em Portugal e a taxa de utilização de smartphones e o que estava por detrás da diferença da taxa de utilização entre Portugal (cerca de 20%) e Espanha (cerca de 40%), por exemplo. Carlos Paulo avança com a teoria que esta diferença tem origem nas políticas de subsidiação de smarphones e isso tem impacto nos números de utilizadores. Nos tablets, não é exactamente assim. Carlos Paulo explicou que o motivo é o mesmo, mas ao contrário. Como não há uma dependência dos operadores móveis, os números são mais positivos.

 

 

Mesmo assim, estima-se que em 2013, o número de smartphones em Portugal será cerca de 51% dos telemóveis no país. Dadas as circunstâncias e a influência negativa dos operadores, sinceramente não acredito nesse número. Há potencial...mas chegaremos lá em 2013?

 

 

 

 

Foi ainda referido que 25% dos utilizadores afirma que abdicaria da TV antes de abdicar do smartphone. No Twitter, gerou-se alguma discussão. Entre os 4 ecrãs referidos no segmento da manhã, qual era a ordem?

 

 

Não sendo um utilizador com perfil para tablets e considerando a capacidade de criar conteúdo, eu seguiria este ordem: 1º TV, 2º Tablet, 3º Smartphone e 4º computador.

Escolhiam a mesma ordem? Escolhiam outra? Qual?

 

 

De qualquer forma, após a compra dos smartphones, qual é a sua utilização? Chegou-se rapidamente à conclusão que há uma percentagem elevada de utilizadores que não têm o GPS ligado ou o 3G ligado, amputando a experiência de utilização de um smartphone. Alguém no público avançou que teria a ver com privacidade. Eu diria que o problema está novamente nos operadores, nos tarifários comercializados e nos limites que são impostos.

 

 

Evento Google House

 

 

A apresentação prosseguiu com algumas dicas como o nosso site, deve ser compatibilizado para Mobile o quanto antes. Podem utilizar o site howtogomo.com para obter algumas dúvidas e percebem o que poderão fazer para realizar esta conversão.

 

 

 

 

O programa prosseguiu com a presença do Secretário de Estado da Inovação, o Engº. Carlos Oliveira, que teve uma presença relâmpago e limitou a deixar um discurso vazio de conteúdo onde impera a frase: "Em breve, vamos lançar um programa." Foi um discurso cheio palavras chave (Exportações, Startups, Potencial de crescimento, Agenda Digital, Empreendedorismo, etc), que estão na moda, mas não resultam junto de um público como aquele que estava no evento de hoje e já não enchia a sala, no momento em que o Secretário de Estado esteve presente.

 

 

O último segmento tinha como tema as "Exportações" e como o Google poderá ser um parceiro fundamental na internacionalização de um negócio de uma empresa. A apresentação liderada por Fedor Babkin e Marina Brun demonstrou que ferramentas do Google poderão ajudar no processo de expansão e "Must go Global" e que os países BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China), podem e devem ser uma oportunidade, uma vez que apresentam cerca de 285 milhões de potenciais compradores online.

 

 

Vamos então deixar aqui alguns links de algumas ferramentas ou sites que foram apresentados. Confesso, de repente, olhei para o Google Translate, não como uma ferramenta de tradução, mas uma ferramenta de apoio às exportações.

 

 

- Google (Translate) Global Market Finder: translate.google.com/globalmarketfinder

 

- Google Consumer Barometer: consumerbarometer.com

 

- Think with Google (repositório mais genérico do que foi apresentado no evento): thinkwithgoogle.com

 

 

O evento terminou com a apresentação e debate de casos de sucesso, com a presença de representantes do Unicer (com presenças na Europa e África e junto das comunidades portuguesas), YDreams (com experiência em Realidade aumentada e com uma representação interessante no Brasil) e VivaFit (que após um erro assumido em Espanha, decidiu partir para os mercados Asiáticos). Uma vez que aquelas empresas, no seu processo de internacionalização, criaram representações físicas nos países para onde se expandiram, Paulo Barreto lançou um desafio a todas as empresas que contactem o Google, para expandir o seu negócio a partir de Portugal e exclusivamente online. O Google tem todo o interesse em se tornar parceiro dessas empresas. Infelizmente, conhece um ou outro caso e lamenta profundamente que não se aproveite uma plaforma como o Google, para chegar ao maior número de mercados possível.

 

 

Realmente, esse desafio do Paulo Barreto deixou-me a pensar...

 

 

Evento Google House

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publicado às 22:48




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