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Raramente falo de trabalho na web ou nas redes sociais. São universos e esferas diferentes. Contudo, não posso deixar de destacar o trabalho da Popular Jump, com quem já tive o prazer de colaborar e são a prova que é possível fazer diferente e melhor, nas redes sociais e no vídeo.
Normalmente, gosto de atribuir aos vídeos produzidos pelo The Verge, um rótulo e um estilo muito próprio. A Popular Jump também o consegue e prova disso, apresento 4 vídeos que provam isso mesmo.
Também eu acho que chegou a altura de fazer um bocadinho maior.

Na semana passada, a Portugal Telecom anunciou que tinha garantido os "naming rights" do Pavilhão Atlântico, passando-se a chamar MEO Arena, na linha do que já é feito há muitos anos, na Europa e nos EUA e em alguns estádios em Portugal, como são os casos do Estádio EFAPEL Cidade de Coimbra ou do Estádio AXA em Braga.
No entanto, não foi possível ignorar as críticas que surgiram em torno desta decisão, que me parece perfeitamente lógica e mesmo desconhecendo os contornos do negócio, podem eventualmente, garantir a viabilização financeira do projecto agora liderado pelo consórcio de Luíz Montez.
Não querendo a abordar a questão do processo de aquisição do Pavilhão Atlântico, não posso deixar de elogiar a primeira grande decisão do consórcio, em ceder os "naming rights", neste caso, para uma marca, que nos últimos anos, se posicionou na área da cultura, em especial da música, com os festivais de verão ou eventos um pouco mais pequenos como o Outjazz, por exemplo. E não só...estamos a falar de uma empresa portuguesa e de uma marca portuguesa. Ou seja, apesar da cedência de direitos do nome, conseguimos que esses direitos ficassem com uma marca portuguesa e como sabemos, não é uma marca qualquer.
Com uma rápida pesquisa pela web, percebemos que a principal crítica prende-se pelo facto, do Pavilhão Atlântico mudar de nome. Simplesmente isto. Mas como alguns apontaram... o Terreiro do Paço passou a chamar-se Praça do Comércio e a praça continua a ser conhecida como Terreiro do Paço e até o próprio Parque das Nações, continua a ser carinhosamente conhecido como Expo. Portanto, não há nada que impeça de identificar a MEO Arena, como Pavilhão Atlântico. De resto, como é referido no comunicado da PT, "do espetáculo “Heranças e Utopias”, realizado ao longo de toda a EXPO’98, este espaço herdou a capacidade de através dos seus espetáculos fazer sonhar e concretizar sonhos."
Curiosa, esta frase, quando eu já tinha o hábito de lhe chamar o nosso Palco dos Sonhos.
E para que não haja dúvidas, deixo-vos com um link para a lista das arenas e pavilhões do mundo e no caso da Europa e EUA, percebem rapidamente, qual é o padrão ou tendência, no que diz respeito a "naming rights".

Então, diz que há uma foto da minha autoria, incluída num vídeo de música country, que se baseia em Keywords.
Aqui fica o vídeo.
É por estas e por outras que o Flickr ainda poderá ter futuro, considerando o pedido de utilização de fotos que continuo a receber e já não tenho conta Pro.

No ano passado tive oportunidade de fotografar o Bernardo Sassetti, no evento anual do Largo do Teatro de São Carlos e na altura, achei que estava perante uma oportunidade única de poder assistir e fotografar um daqueles artistas que reconhecemos valor, inspiração e talento, que sai da sua área de conforto e arrisca, sempre de forma brilhante.
Partiu cedo demais...demasiado cedo.

"What Life Is For" é o primeiro avanço do novo álbum de David Fonseca, cujo primeiro volume será lançado em Março. Sim, primeiro volume...porque em Setembro teremos o lançamento do segundo volume.
"Seasons" é o nome do álbum, sendo que o lançamento da 21 de Março terá o subtítulo de "Rising" e o lançamento de 21 de Setembro terá o subtítulo de "Falling".
O novo single, "What Life Is For" terá a sua estreia no dia 6 de Fevereiro, embora já tenha passado na Rádio Comercial durante a semana passada e passa aqui no blog, através do SoundCloud.
Mas ela optou por um mini-quarto...sexy, é certo!

Foi mais uma "The Sexy Room Sessions", com Rita Redshoes.
Portugal, acordou ontem com a notícia que os Homens da Luta tinham ganho o Festival da Canção 2011 e estarão presentes na semi-final que se vai realizar na Alemanha (isto é cada coincidência).

Mal ou bem, estamos todos a falar do Festival da Canção e com certeza que todos vocês estarão com vontade de assistir à final.
Infelizmente, parece que em Portugal, o conceito e a ideia "Homens da Luta" ainda não foi apreendido por todos, talvez porque se trata de um fenómeno que vem da TV por cabo e é consumido por faixas etárias mais jovens.
Ainda assim, a simples presença dos Homens da Luta no leque de opções do Festival, terá com certeza, aumentado e muito o interesse do evento. Por mim, falo...votaria nos Homens na Luta, sem ver, sequer, a sua prestação. A organização, provavelmente, sem saber muito bem quem eram estes rapazes, terá pensado a dada altura..."vamos lá ver como estes se enterram". Infelizmente, os abutres de sempre enganaram-se e o povo, fez ouvir a sua voz e os Homens da Luta, ganharam o Festival, algo que eu próprio achava improvável, apesar de o desejar. De resto, acho que nem os próprios acreditavam nessa possibilidade, mas teriam os seu tempo de antena.
O argumento que ouvi e li inicialmente foi: "Como foi possível aquela música ter ganho?"
Eu coloco outra questão: "Se não fosse a votação do público, que raio de música ia representar Portugal? Nuno Norte? Porquê?"
Nos dias que correm, iniciativas como os Homens da Luta, têm imensa força. Se havia dúvidas, a vitória de sábado prova-o. A ideia revolucionária, de combater tudo e todos, defendida pelos Homens da Luta, é do agrado de muitos. Os mais atentos, já terão verificado que os Homens da Luta, são visualmente e esteticamente de esquerda, mas com ideais que estão muito longe de ser de esquerda. Por outro lado, a tal estética esquerdista é uma afronta à direita. Portanto, perante os Homens da Luta, ninguém fica impune...
O que ganhou no passado sábado, não foi uma música...foi o humor, foi uma ideia revolucionária, tal como aconteceu nos anos 70, com a música de intervenção (o povo tem memória curta). Os tais que na altura, tentavam fazer o que fazem os Homens da Luta e hoje se sentam nas primeiras filas de um festival com ar altivo e arrogante.
Agora, se me perguntarem se o número resultará na Alemanha, perante uma audiência europeia? Se a música levar um refresh linguístico, um milagre poderá estar prestes a acontecer, mas receio que não será isso que acontecerá. Se a nossa imagem será afectada? Claro que não...para o ano, já ninguém se vai lembrar deste episódio.
Ano novo, vida nova é o que se costuma ouvir nesta altura do ano...
Uma coisa é certa, estou decidido finalmente a cumprir uma espécie de sonho...não porque seja algo que quisesse muito, mas porque gostaria de aprender, só pelo gosto de aprender...tal como o Pedro Ribeiro, "Não sei nada do assunto! Nem que guitarra comprar." Em principio, terei onde aprender, com recurso às lições que estão disponíveis no GarageBand do Mac, "Será muito difícil? Conseguirei?"

Depois de ter visto ontem o "Black Swan", a vontade em avançar para esta loucura, é muita...mas quanto ao "Black Swan", terá direito a um outro post...
Para terminar, deixava um desafio para quem lê o blog, isto é, ficarei eternamente agradecido, se me fizerem chegar, através dos comentários, dicas, sugestões e ideias para a aprendizagem de guitarra.
Nota: Também ajudava ter um espaço em condições...
Links úteis:
aprenderatocarguitarra.blogspot.com
aulas-de-guitarra-lx.blogspot.com
youtube.com/user/CobraGuitarra
Faz hoje uma semana, que marquei presença no concerto no Pavilhão Atlântico dos 30 Seconds to Mars e ainda não tive oportunidade de abordar a questão.
Devo começar por fazer um disclaimer, dizendo que não sou fã da banda, apesar de conhecer relativamente bem os singles, sabia que havia um enorme culto em torno da banda liderada pelo actor Jared Leto e pouco mais. Aliás, nos dias que correm, Jared Leto já é mais cantor do que actor, mas isso são outras contas.
Portanto, não sendo fã, reconhecia valor aos rapazes, sobretudo porque sabia o valor que tinham, no que dizia respeito aos vídeos e à mitologia que têm criado em torno da marca "30 Seconds to Mars", criando uma enorme empatia com o público que os segue (embora, tivesse ficado surpreendido com a abrangência de público que marcou presença no Pavilhão Atlântico). Imagens fortes...palavras de ordem...e vídeos que são verdadeiras curtas, com histórias...vá, peculiares...
Prova disso é o vídeo "From Yesterday", que faz uma clara evocação ao universo do "Último Imperador" e à mística relacionada com os Samurais.
A verdade é que 30 Seconds to Mars surpreenderam pela positiva. Não direi que terá sido o melhor concerto de sempre (longe disso, apesar dos comentários que fui lendo por aí), mas Jared Leto tem um carisma que poderá ajudar e muito o futuro da banda e vocalmente falando, o rapaz porta-se muito bem. No entanto, acho que faltam anos de experiência à banda, porque talento, há!
Para terminar, deixo-vos com um vídeo do concerto de Lisboa, realizado há uma semana.
Uma última nota, para a discografia de 30 Seconds to Mars. Antes do concerto, fiz algum trabalho de casa e meus amigos, dos 3 álbuns editados, os dois primeiros álbuns, são, sem dúvida, os melhores, com algum destaque para o segundo álbum "A Beautiful Lie".