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Na passada sexta-feira, tive oportunidade de passar novamente um serão bem animado, nas companhia bem louca d' Os Improváveis. E mais uma vez não desiludiram...bem pelo contrário.
Este espectáculo contou com a presença da Inês Castel-Branco como convidada e com André Nunes, que estará a substituir o Telmo Ramalho durante os meses de Março e Abril.
Para a próxima semana, o espectáculo contará com a presença do Pedro Tochas, espectáculo já esgotado e já estão disponíveis os bilhetes para a semana seguinte, que contará com a presença da Maria Rueff.
Já agora, uma dica importante...quem quiser ter mais informações e melhor ainda, descontos, pode subscrever a newsletter d' Os Improváveis, disponível em mundoimproviso.com.
E agora, venha de lá, a parte III dos Improváveis.
(Para terminar, ora digam lá, onde é que eu estou na foto?)

Finalmente, consegui alguns minutos para dar atenção ao blog, para poder dizer, por exemplo, que "Os Improváveis" estão absolutamente aprovados.
Gostei muito da experiência do improviso proporcionado pelos 3 grandes malucos residentes, o Telmo, a Marta e o Pedro e o João Villas-Boas, que foi o convidado da passada sexta-feira e que esteve em grande.
Portanto, já sabem...passem por lá, sempre às 6ªs feiras no Teatro Estúdio Mário Viegas e tenham um final de semana diferente.
Já agora, uma vez que merecem toda a promoção possível...passem pelo Facebook e façam Like aos Improváveis, ao Teatro Estúdio Mário Viegas e àCompanhia Teatral do Chiado.
Para finalizar, deixo-vos um vídeo com um jogos que são feitos pelos Improváveis.

Diz que mais logo, vou passar pelo Teatro Estúdio Mário Viegas, para assistir ao projecto "Os Improváveis", da responsabilidade da associação Mundo Improviso, que foi fundada em 2008 e trata-se de uma uma associação cultural totalmente dedicada ao Teatro de Improviso.
Conta já com os espectáculos "Os Improváveis" e "Peças do Improviso" e é a primeira instituição portuguesa que pesquisa e apresenta em palco Teatro de Improviso na sua versão long-form, com técnicas que o grupo adquiriu e desenvolveu em Chicago, onde teve formação e actuou no Chicago Improv Festival.
O elenco conta com profissionais de Teatro, que também colaboram paralelamente com outras companhias profissionais, produtoras de televisão e outras áreas do espetáculo, que actualmente conta na sua equipa com Pedro Borges, Marta Borges e Telmo Ramalho.
O espectáculo de hoje, vai contar a presença de João Villas-Boas como convidado.
Já agora, para os interessados, este pessoal também faz workshops. Por isso, se forem fãs e adeptos do teatro e comédia de improviso...já sabem...cheguei-se à frente e mostrem o que valem.
Como prometido, ontem foi dia de teatro...Rosmersholm foi a peça escolhida...e até já consigo escrever o nome sem recorrer ao copy/paste...adiante...

A acção decorre em Rosmersholm, velha casa senhorial nos arredores de uma pequena cidade junto a um fiorde, no Oeste da Noruega. Johannes Rosmer renunciou ao cargo de pároco após o suicídio da sua mulher, Beata. No entanto, a relação entre Rosmer e Rebekka, antiga companheira da sua falecida mulher se aprofunda e as pressões morais da comunidade vão deixar marcas, para além da constante presença "espiritual" de Beata, a falecida mulher de Rosmer.
Sem dúvida, uma peça intensa e que estará presente ainda hoje, no Teatro Maria Matos em Lisboa. Para quem estiver curioso, pode assistir, no vídeo que se segue a um excerto dos primeiros 15 minutos da peça.
Para além do Gonçalo Waddington (Johannes Rosmer) que é actor e encenador desta peça, destaque ainda para os restantes actores, Carla Maciel (Rebeckka West), Pedro Lacerda (Professor Kroll), Peter Michael (Peder Mortensgaard), Mónica Garnel (Sr.ª Helseth) e sobretudo Tiago Rodrigues no papel de Ulrik Brendel, que provoca algum impacto com a sua personagem desconcertante.
Hoje será dia de teatro...
Infelizmente, não vou ou não fui as vezes que gostaria ao teatro...e é sempre um prazer fazê-lo.

Desta vez, a peça escolhida marca a estreia do já conhecido Gonçalo Waddington como encenador, com uma das obras-primas do dramaturgo norueguês Henrik Ibsen, "Rosmersholm" (1886).
A acção decorre em Rosmersholm, velha casa senhorial nos arredores de uma pequena cidade junto a um fiorde, no Oeste da Noruega. Johannes Rosmer renunciou ao cargo de pároco após o suicídio da sua mulher, Beata. Mas os seus crescentes ideais liberais tornam-no objeto de suspeição entre os notáveis da comunidade que também desaprovam a presença, em sua casa, de uma mulher mais nova, Rebekka West, antiga companheira da sua falecida mulher. Enquanto a relação entre Rosmer e Rebekka se aprofunda e o isolamento do novo casal aumenta, mais as pressões morais da comunidade os precipitam, inexoravelmente, para o seu destino.
A peça estará no Teatro Maria Matos nos dias 11 e 12 de Outubro.
Esta também é uma oportunidade de assistir a uma peça mais dramática e ver o Gonçalo Waddington num registo completamente diferente.
Este post é mais uma espécie de nota mental que outra coisa.

Há dois eventos aos quais eu não posso faltar de maneira nenhuma. O primeiro é um espectáculo que estará em cena no Cabaret Maxime às terças e quartas-feiras. "Que Vergonha Rapazes" conta com o desempenho de Miguel Guilherme. É um espectáculo com bolinha vermelha com textos de Bocage, Cesariny, Mário-Henrique Leiria, Alberto Pimenta, Alexandre O'Neill e Miguel Esteves Cardoso, entre outros.

O outro evento já aqui foi destacado. Estou a falar do documentário "Pare, Escute, Olhe". Só tenho ouvido falar bem do raio do documentário. Se já tinha vontade em vê-lo, agora parece-me que não há dúvidas que é obrigatória a sua visualização.
Entretanto, para quem se quiser e estiver interessado em apoiar a causa da Linha do Tua, pode assinar esta petição ou enviar uma mensagem aos deputados, links que estão também disponíveis em pareescuteolhe.com.

