Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]

Ontem foi dia de Superbowl, o dia da grande final de Futebol Americano. Para muitos é só uma final de um desporto que não acompanham...para outros, só interessa o "Halftime Show" e ainda para outros interessa o impacto que o evento tem.
No meu caso, acho tudo conta. Gostava de acompanhar mais o futebol americano, mas não deixo de acompanhar o impacto que o evento tem no mercado publicitário, no cinema, através dos trailers e do Social Media, que ontem, tornou-se fundamental, por causa da quebra de energia, no 3º Quarter de jogo.
E de facto, ontem, o momento do evento, foi mesmo a quebra de energia...foram mais de 30 mins absolutamente frustrantes...mas teriam assim tão frustrantes?? A ver pela minha timeline de ontem, não me pareceu nada e na realidade recordes foram batidos, naquela que se tornou a plataforma ideal para estes modelos: o Twitter.
Chegados ao intervalo, já o recorde do ano passado de tweets já tinha sido ultrapassado, mas quais foram os picos de tweets?
- Quebra de energia: 231.500 tweets por minuto (TPM)
- Touchdown dos Ravens pelo Jones que percorreu 108 jardas (novo recorde): 185.000 TPM
- Final do jogo. Os Ravens ganham: 183.000 TPM
- Jones faz uma recepção de um lançamento de 56 jardas para touchdown (final do 2º quarter): 168.000 TPM
- Gore fazz touchdown para os 49ers: 131.000 TPM
Portanto, estes números provam que o momento alto foi mesmo a quebra de luz e que isso podia tornar-se um pesadelo para os anunciantes. Ora, o que o Twitter ontem provou é que pode ser precisamente o contrário. Marcas como a Audi (9.000 retweets), Oreo (14.000 retweets) e Tide (1.250 retweets), provaram que aquele momento seria o ideal para promover a sua marca. No caso da Audi, acabou por ser ainda mais irónico, porque o evento decorreu no "Mercedes-Benz Superdome".
Mas ainda existe outra vertente do Superbowl...os intervalos. Ao contrário do que se pensa, não existe apenas um grande intervalo (onde pelo meio, temos um mini concerto de 15mins), mas existem vários intervalos, cujas slots, custam muitos milhões de dólares. Entre esses anúncios, estão alguns dos principais trailers dos filmes que marcam a primeira metade de 2013.
Obviamente, depois temos os anúncios propriamente ditos. Podem ver os melhores spots, no FilmSpot.
Mas um Superbowl não é um Superbowl, sem o "Halftime Show" e este ano, o show contou com a presença de Beyonce e das Destinys Child. E sim, foi espectacular...uma verdadeira diva.
Ainda acham que o Superbowl é um evento que deve ser ignorado??

Só hoje, descobri a série documental (é assim que a SIC lhe chama) "Momentos de Mudança", o que prova a televisão que já não vejo. Mas, nas promoções que vi, reparei que a fotografia, os planos e a montagem era-me familiar. Tinha qualquer coisa de Jorge Pelicano.
Para quem não sabe, Jorge Pelicano é o autor de documentários como o "Ainda há Pastores" e o "Pare Escute Olhe" e por isso, reconheci rapidamente o estilo nas promoções que vi do "Momentos de Mudança" e sempre me questionei por que não se apostava mais neste formato e em particular, porque não se apostava no talento que temos em Portugal, nomeadamente a SIC, com o Jorge Pelicano.
No mês em que comemora 20 anos de emissões, a SIC estreou uma série documental debruçada nas maiores transformações vividas pelo país de 1992 a 2012. "Momentos de Mudança" acompanha vários portugueses até ao instante em que experimentam viragens profundas e marcantes nas suas vidas. Casos exclusivos nunca antes retratados em televisão que agora chegam ao grande público pela mão da informação SIC. Eu referi o Jorge Pelicano, mas é preciso destacar a restante equipa, liderada pela Cândida Pinto.
Apesar da estreia no início de Outubro, só agora o descobri. Para quem perdeu os programas anteriores, ou pretende continuar acompanhar, podem aceder à página da SIC e ver on demand. Também pode acompanhar o projecto no Facebook.

Já aqui tinha feito referência à problemática das estações de televisão, não compreenderem que o espectador é um elemento activo em todo o processo actual de "broadcasting". Nos dias de hoje, a definição de uma programação ou a gestão de um canal é radicalmente diferente do que era há uns anos (e não é preciso recuar muito tempo).
Falei aqui do caso da NBC, que está a dar que falar. As Redes Sociais estão a fazer o resto e as audiências vão ditar o mais importante, sobretudo nos Estados Unidos, sabendo-se do peso que isso representa.
A NBC já tinha sentido na pele, o efeito das Redes Sociais, no caso do despedimento do Conan O'Brien. A NBC estava tão distante da realidade, que julgou que teria sido o próprio Conan a gerar aquela reacção na web, quando a reacção tinha sido espontânea e da audiência que acompanhava o Conan.
Agora, fica a ideia que as proporções são maiores e mais graves. Foi criada a hashtag #NBCFail no Twitter e no Google+ (acredito que o Facebook esteja com um incremento de trafego, relacionado com a mesma situação) e a reacção tem sido esmagadora.
Uma rápida consulta pelo Twitter e Google+, percebe-se a escala.
Deixo-vos um dos exemplos.
As 6 formas que a NBC encontrou para estoirar com a cobertura dos Jogos Olímpicos:
1 - Gravar/atrasar o que está a ser visto em directo no resto do mundo.
2 - Interromper a emissão com intervalos.
3 - Falhar na geografia...estudos sociais...e...
4 - Comentários estúpidos
5 - O stream online só está disponível para clientes de cabo.
6 - Tributo interrompido para a emissão passar para o Ryan Seacrest.

Os Jogos Olímpicos tornaram-se num evento predominantemente televisivo ou pelo menos, visualmente apelativo para os diversos meios que fazem a cobertura do mesmo. Mas falamos de um evento, que ocorre a cada 4 anos, em que são evidentes as diferenças tecnológicas entre cada edição.
Todos eles são marcados por uma qualquer evolução tecnológica. Não estarei a dizer nenhum disparate, se disser que as edições de 2000 e 2004, ficaram marcadas pela capacidade que aumentar a cobertura televisiva, por causa da massificação dos serviços de televisão por cabo, havendo mais canais a fazer a cobertura dos Jogos. Em 2008, já tínhamos a fibra e a possibilidade de assistir os Jogos em Alta Definição.
Chegados a 2012, os Jogos Olímpicos chegaram a uma era onde o Twitter e o Facebook reinam na web e muitos dos conteúdos vídeo, em HD ou não, são consumidos também na web, em directo ou on demand. Mas fica a ideia que as televisões que obtiveram os direitos de transmissão dos Jogos (ainda faz sentido?), não percebem e continuam a não entender quem são os seus espectadores ou pelo menos, uma parte importante dos seus espectadores.
Muitos de nós, já assiste aos jogos acompanhado de um portátil, de um tablet ou de um smartphone. A capacidade de partilha é imediata, sejam comentários, fotos ou vídeos. Para além disso, com a quantidade monstruosa de conteúdos que existe neste período de tempo, parece-me natural, sabendo que a tecnologia o permite, que eu queira escolher o que me apetece ver.
No caso português, criou-se um canal RTP em HD (menos mal), 24 horas dedicado aos Jogos Olímpicos. A iniciativa é de louvar. Mas ficou aquém do que é desejável. Porque não, associar a esse canal, funções interactivas, que permitam ao espectador escolher um jogo ou uma determinada modalidade. Porque razão tenho que assistir a um combate de judo, entre uma romena e uma japonesa, quando sei, que está a decorrer um jogo de ténis com o Roger Federer? O mesmo é válido para os fãs do Judo. Porque razão têm que levar com um jogo de Ténis (se calhar nem gostam), quando podiam escolher assistir ao combate de Judo. Ainda por cima, em estúdio, a RTP apresenta um video wall com 9 ecrãs. Porque não criar um canal interactivo, com 9 hipóteses de escolha (ou mais)? O MEO já tem o Canal Q, tem experiência dos Ídolos e da Casa dos Segredos. O primeiro não é em directo, mas os outros dois são. Já foi feito e com conteúdo que deixa muito a desejar. Por isso, porque não estender esse know-how para os Jogos Olímpicos e melhorar a experiência enquanto espectador dos Jogos Olímpicos.
Felizmente, foi com surpresa, que verifiquei a existência do site da Eurovisão (www.eurovisionsports.tv/london2012/), dedicado aos Jogos Olímpicos e cuja estrutura, se assemelha, com a proposta que fiz nas linhas acima. Faltará adaptar o interface a um ecrã maior.

Nesta página, podemos assistir a um número elevado de eventos em directo, e mais tarde, on demand. E não ficaria admirado se os senhores da Eurovisão, após os Jogos, revelassem números muito interessantes do tráfego gerado. E como já se encontram na web, facilitam a partilha no Twitter e no Facebook, gerando tráfego para as Redes Sociais e vice-versa. No fundo, como deve ser feito.

Já nas televisões nacionais, não existe integração com as Redes Sociais e Social Media nestes eventos. Nem Twitter, nem Facebook, nem Hashtags. Nada, de nada. E com isto, salto para o outro lado do Atlântico.
Habitualmente, faço referências à realidade norte-americana e faço-o de forma positiva e como exemplo a seguir. Neste caso, é exactamente o contrário. Apesar da existência das Redes Sociais e das televisões norte-americanas até terem já alguma experiência nessa ponte, entre os dois meios, a NBC, a televisão oficial dos Jogos Olímpicos nos Estados Unidos, tem optado pela transmissão com delay e isso incluiu a Cerimónia de Abertura, o que irritou naturalmente os americanos. Enquanto o resto do mundo assistia em directo à Cerimónia de Abertura e ia partilhando o momento no Twitter e no Facebook, os norte-americanos limitavam-se a ler nas Redes Sociais, o que iam assistir daí a umas horas. Escusado será dizer, que muitos viraram-se para os streams menos legais, porque os outros têm restrições regionais. Outro conceito que nunca vou entender. A NBC não aprendeu a lição e já se gerou uma onda nas Redes Sociais, contra a estação americana, porque o mesmo critério continuou para as transmissões de hoje.
De resto, a NBC foi mais longe e nas justificações que apresentou para o delay, referiu que a cerimónia era demasiado complexa para que não fosse acompanhada por comentários. Deixo à vossa consideração, a avaliação destes comentários e desta justificação da NBC (há quem já o tivesse feito).
No fundo, estes Jogos Olímpicos provam que a Televisão e os Direitos Televisivos têm que mudar. A prioridade é o espectador e não o Conselho de Administração das Televisões e dos Operadores de Televisão. O espectador vai encontrar soluções e a médio prazo, serão as Televisões, as maiores prejudicadas, porque elas não encontraram soluções em tempo útil.
Para terminar, uma palavra para a Cerimónia de Abertura, criada pelo realizador Danny Boyle. Há 4 anos, os chineses, tinham elevado muito a fasquia. Imediamente, os ingleses ficaram sob pressão, nomeadamente após a cerimónia de encerramento de Pequim, em 2008.
Mas, os ingleses seguiram outro caminho e apresentaram uma Cerimónia espectacular e que não ficou nada atrás da cerimónia anterior. Como alguém dizia no Twitter, esta cerimónia ofereceu-nos algo que os Chineses nunca iam conseguir: Memória.
E foi mesmo. Grande parte da cerimónia foi uma evocação à memória. À memória e história de Inglaterra e da memória colectiva dos europeus e dos ocidentais. Mas foi também uma cerimónia cheia de simbolismo e culminou na própria Chama Olímpica e o conceito que rodeiou a mesma, na união dos povos em que a chama de cada país, é uma parte de uma única chama.

E para aqueles que gostam de bandas sonoras e gostaram da música que acompanhou a Cerimónia de Abertura, já está disponível no iTunes, a compilação "Isles of Wonder".

Já tinha feito referência a este programa da autoria da Laurinda Alves, por causa da presença do Zé Pedro Cobra, mas já tinha tido oportunidade de ver os primeiros programas.
"Feitos em Portugal" tem sempre duas figuras em destaque, com boas ideias, projectos ou uma carreira de sucesso, nascidos em Portugal e com sucesso em Portugal. E para já, estou a gostar muito do resultado (julgo que está a resultar muito melhor do que o projecto anterior), mas não só. Todos os programas ficam rapidamente disponíveis para visualização online no Vimeo e pode ser vistos on demand e em formato HD.
Se me perguntarem, se tenho uma entrevista favorita...a minha resposta é sim e podem vê-la no 3º programa e é a entrevista da Diana Gomes da Silva.
Como sou vosso amigo, podem ver aqui mesmo, todos os programas transmitidos até agora.

Provavelmente terão dado conta da presença de Anthony Bourdain em Lisboa no passado mês de Novembro em Lisboa, para gravar um programa do "No Reservations" dedicado à cidade de Lisboa, transmitido originalmente nos EUA no passado dia 30 de Abril.
Para mim, foi uma estreia, uma vez que nunca tinha tido oportunidade (e confesso, curiosidade) em ver um programa do Anthony Bourdain, mas sabia que há um culto em torno do programa e a web nacional fez questão de reagir quando se soube que ele estaria em Lisboa, para gravar o "No Reservations". Obviamente, não é possível encaixar tudo o que Lisboa tem para oferecer num único programa, mas parece-me que ficou um programa bem giro, bem castiço, acompanhado com uma belíssima banda sonora dos Dead Combo.
Para quem estiver interessado, o vídeo ainda está disponível no YouTube (e este, pode ser visto em HD). Por isso, apressem-se, antes que o vídeo possa ser retirado.

Este feriado, foi dedicado a instalar a TDT para a minha avó e desde domingo estou mais próximo, claramente mais próximo da realidade da Televisão Digital Terrestre nacional.
Depois do dia de hoje, fico claramente com a ideia que a TDT é, seguramente, a maior fraude pública que este país já viu. Sim, isso mesmo...a maior fraude pública.
Para já, é preciso de desconfiar do concurso. Acabámos com uma das ofertas mais pobres a nível mundial, favorecendo claramente os serviços de subscrição como o MEO da PT ou a ZON, que acabaram por recorrer a tácticas comerciais agressivas e desonestas que lesaram e continuam a lesar os mais desatentos. A oferta resume-se aos 4 canais e a RTP, como serviço público, devia colocar no TDT, todos os seus canais, mesmo aqueles que estão presentes nos serviços de subscrição, como é o caso da RTP Informação ou a RTP Memória.
Estamos perante um processo, muito pouco claro, que não defende claramente a população, que se vê obrigada a renovar equipamentos, voltando à febre das antenas nos telhados, como eu não via desde os anos 80. Estamos em 2012 e julgava que a tecnologia associada à TDT seria avançada o suficiente para evitar essa tendência.
Nesta altura, muitos dirão: "Febre das antenas nos telhados"?? Mas ele está bem?
Sim, estou bem e consciente que muitas antenas interiores não serão suficientes. Ao contrário do que eu julgava, a qualidade do sinal de TDT pode mudar drasticamente com mudanças mínimas na antena. E quando digo mínimas, são mesmo mínimas. Seja na posição da antena, seja na direcção que esta pode tomar.
Quem me acompanha, terá a noção de que estarei mais ou menos à vontade com tecnologia. Mas este processo da TDT deu comigo em doido (e não ficou concluído). Agora, imaginem todos aqueles que não se sentem à vontade com tecnologia e estão sem saber muito bem o que fazer. Naturalmente vão recorrer a familiares que possam ajudar. Então e aqueles que não o podem fazer? Mais uma vez, muitos ganharão um bom dinheiro com esta fraude. Há receptores que deixam muito a desejar. Eventualmente e a ver pela experiência que tive, as antenas interiores podem ser um problema e a migração para a TDT, para muitas casas, poderá ter um custo que rondará seguramente entre os 60 euros e os 100 euros.
Neste caso, a Portugal Telecom, no site que criou para a TDT, devia ter criado uma lista de equipamentos "aprovados" para a TDT ou especificações que deviam ser obrigatórias nos equipamentos comercializados em Portugal. Desta forma, tínhamos acesso a uma lista normalizada, de receptores, antenas, televisores, etc.
E o que dizer das zonas que não vão ter cobertura? Não deviam aumentar o número de emissores ou o sinal dos actuais emissores não devia ser mais potente (deixo a resposta para os verdadeiros especialistas)?
Em suma, fica a ideia que todo este processo da TDT, não passou de uma negociata realizada à vista de todos, que contou com a benção da ANACOM e do Governo português, onde os grandes vencedores foram os serviços de subscrição de TV e todos os vendedores e fabricantes de equipamento, que devem estar a ter dois anos, financeiramente mais interessantes.
Depois deste post, muitos acharão que estou a exagerar, mas uma análise a frio dirá claramente que os serviços de subscrição de TV estão a tornar-se irrelevantes e tal como nos serviços móveis, o que importa são os dados, isto é, Internet e serviços on demand. Não me interessa ter 120 canais, se não tenho sequer disponibilidade para usufruir dos 4 canais. Seria mais interessante apostar em serviços exclusivamente online e on demand, que não me obrigasse da ter uma subscrição de TV.
Nos dias que correm, o mais próximo deste cenário, é ter televisão através da TDT e tudo o resto através da Internet. O player que entender esta nova forma de consumo de conteúdo estará à frente de todos os outros.

Já alguns dias que ando para fazer um post sobre este assunto.
Não vou aqui discutir escolhas e critérios, mas comparando os processos da TDT e das audiências, é difícil não achar que algo de muito estranho aconteceu.
Os resultados falam por si. A transição da TDT não está a correr bem. Não vamos ser hipócritas. Não foi dramática, eu sei. Mas também, se não o foi, deveu-se e muito ao desinteresse que os portugueses acabaram por demonstrar em relação à TDT. Não funciona? Paciência.
Mas o tema do post são as audiências e a sua medição. É um meio que não conheço. Mas conheço outro. A Internet.
Perguntam vocês...porque razão estou eu a falar da Internet. A resposta é simples: Analytics.
Faz-me imensa confusão, estas empresas de medição de audiências andarem a discutir aquelas coisas que o Sr. Catroga tão bem conhece, quando existem, parece-me, meios absolutamente acessíveis a nível tecnológico, para se proceder à análise e medição das audiências.
Será que não é possível implementar um novo modelo que possa ser baseado nas boxes que todos nós utilizamos, que resulte numa ferramenta semelhante a um Analytics?
Este modelo, não só resolvia o problema actual, como passava a incluir as gravações.
Sim sim...já sei...estão a pensar na protecção de dados e na confidencialidade...mas na web ninguém coloca isso em causa e no sistema actual de medição de audiências também não.
Só que este modelo elimina outro elemento...as próprias empresas de medição de audiências, uma vez que a entidade reguladora podia receber essa informação directamente dos operadores de televisão. Se calhar está encontrado o real problema.

É já hoje, o regresso de Mad Men nos EUA. É o regresso da série que trouxe novamente à ribalta, todo o estilo e forma de estar dos anos 60. Eu sei que não é uma daquelas séries unânimes, como a outra série de que vou falar neste post, mas após a 3ª temporada, é impossível não reconhecer valor à série e às personagens intensas que aprendemos a gostar nos últimos anos.
Ah...e o Don Draper, é basicamente o maior...sem escrúpulos, é certo, mas o maior!
A outra série, regressa dia 1 de Abril. Falo do muito aguardado Game of Thrones, série baseada na obra de George R. R. Martin.
Pessoalmente, fiquei muito céptico com esta série. Os primeiros episódios não me conseguiram conquistar totalmente. Ritmo muito lento e acção sem avanços. Felizmente, a segunda metade da temporada acabou mesmo por me conquistar e agora, é obrigatório ver o regresso do Game of Thrones, já no próximo dia 1 de Abril, também nos EUA.
E nem de propósito, encontrei este vídeo no Funny or Die.