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Para além de ser dia de Santo António, hoje é o aniversário de Fernando Pessoa. E também para marcar o nº1 da Granta Portugal, deixo aqui um dos sonetos inéditos publicados pela Granta de Fernando Pessoa.
QUE POSSO EU DAR
Que posso eu dar ao teu destino? Nada.
Nem eu mesmo sou feito para dar.
Encontrei-me na curva de uma estrada
E esqueci-me da curva e do logar.
Se havias de mandar no meu andar,
Saberias a hora da chegada,
Nem tudo fica, como o chão, na estrada
E não há mais que ver ou que buscar.
Perfeitamente conhecedor d'isto,
O juizo humano em minha companhia
Não descobre a visão de que consisto,
E entre visões, aliás, a gloria passa
Como a última saudade que há no dia
E o último sonho, e a última desgraça.
Que pontaria de soneto, hein?

No caos organizado de links e feeds que consulto diariamente, surgiu há dias um. "O Jogo da Glória". Percebi rapidamente que aquele post do Pedro Aniceto era diferente.
Os dias passaram e perdido na minha própria existência, acabei por não tocar no assunto e se possível, fazer a minha parte. Cá está o merecido post, depois de ter ficado esmagado com a Reportagem da SIC, que ainda não tinha tido oportunidade de ver e naturalmente partilhar.
Fiquem então a conhecer o Sorriso da Glória...
Ainda uma palavra para os heróis desta história. Sou fã do Twitter, mas ainda sou maior fã da comunidade "twitteira". Tenho conhecido pessoas fantásticas e não é de agora que acredito que são pessoas diferentes. Deixo ao critério de cada um, que diferença é essa. O que posso dizer é que se materializa em situações como esta, que acabaram de conhecer. Por isso, uma palavra especial para o Pedro Aniceto, o Vasco Casquilho (autor da fotografia que ilustra este post), o Miguel Garcia e o Basílio Vieira, que tenho o enorme prazer de conhecer e para o Hugo Pereira, que ainda não conheço.
Não faço ideia de que forma posso ajudar, que contribuição posso dar...fica para já, este pequeno gesto.

Num momento em que a Europa navega sem comandante e uns puxam para um lado e outros puxam para outro, é bom verificar que o povo começa a despertar verdadeiramente.
Até o El País, considera que Portugal se tornou no primeiro rebelde dos países resgatados, depois do recuo da subida da Segurança Social, por pressão dos portugueses e posterior realização do Conselho de Estado.
Entretanto, vão surgindo na web, cada vez mais reacções ao estado a que chegámos e cada um, tenta reagir, da melhor forma possível. Foi assim com o pessoal do "Acorda Portugal". O vídeo já faz sucesso nas Redes Sociais.
Aqui fica o vídeo e respectiva letra.
Acorda
O teu ombro já não espera
E traduz essa palavra
Que me olha
E é assim que o povo resiste
É lutando que a vida insiste
Sono sem sonho
Medo sem coragem
Somos barco á vela
Livres na viagem
E é assim que o povo resiste
É lutando que a vida insiste
E é gritando sobre o asfalto
Que a nossa voz fala mais alto
E é assim que o povo resiste
É lutando que a vida insiste
E é gritando sobre o asfalto
Que a nossa voz fala mais alto
Acorda
O teu ombro já não espera
E traduz essa palavra
Que me olha

Nós já percebemos qual é a política deste governo, liderado por Passos Coelhos e os modelos "ilusórios" de Vitor Gaspar. Um ano de governo e ainda não vislumbrámos uma única medida de corte da despesa.
O texto que se segue, da autoria de Manuel Falcão, no Jornal Metro, dá algumas "dicas" sobre o tão necessário e obrigatório corte na despesa.
Todos os dias o Governo vem com uma nova ideia para aumentar impostos ou taxas. Mas não tem igual destreza no que toca a diminuir os custos do seu funcionamento sem ser cortar na saúde, na educação ou nas prestações sociais. Carlos Moreno, ex-Juiz Conselheiro do Tribunal de Contas, elencou este fim de semana, no Facebook, algumas sugestões para cortar na despesa que, com a devida vénia, aqui deixo. "O Governo devia apresentar e quantificar o montante que dos 1.300 milhões de euros de rendas a pagar em 2013 às concessionárias de PPP vai cortar; o Governo devia também apresentar e quantificar o montante que em 2013 vai cortar nas rendas excessivas a pagar às produtoras de energia que vivem praticamente em monopólio; o Governo devia apresentar e quantificar o montante que vai cortar em 2013 às fundações, associações, institutos e outras entidades que têm atravessado a crise sem perder um cêntimo; o Governo devia apresentar e quantificar o montante que vai cortar em 2013 às despesas de consultoria externa, que deviam ser reduzidas ao mínimo e substituídas pela organização de bolsas de competências compostas por técnicos do setor público; o Governo devia apresentar e quantificar o montante de despesa que vai cortar em2013 com despesas no setor público empresarial; o Governo devia apresentar e quantificar o montante de despesa que prevê cortar com a obrigatoriedade, a introduzir na próxima Lei do orçamento para 2013, de subordinar todo o dispêndio público aos critérios da economia, eficiência e eficácia, sob pena de reintegração nos cofres do estado pelos que autorizassem pagamentos que não observassem aqueles critérios, incluindo os decisores políticos e os próprios membros do Governo."
E por falar em PPPs. Hoje, no Correio da Manhã, Rui Cardoso, presidente do Sindicato dos Magistrados do Ministério Público, esclareceu como o Estado pode criar medidas e legislação para controlar as taxas de rentabilidade.
Correio da Manhã – Defende que, independente da renegociação das PPP, há uma solução para minimizar os encargos públicos, resultantes das elevadas taxas de rentabilidade que o Estado se comprometeu a assegurar aos privados. Pode explicar essa solução?
Rui Cardoso – É aprovar uma norma no Orçamento de Estado dizendo que as taxas de rentabilidade que excedam um determinado valor são reduzidas a esse mesmo valor. Ou seja, é dizer que nenhuma PPP pode ter uma taxa de rentabilidade superior a, por exemplo, 3 ou 4 por cento. A partir daí, o Estado só paga isso. Não há nenhum negócio legítimo que dê uma taxa de rentabilidade de 20%, mas foi isso que foi prometido. No estado em que está o País, isso é inadmissível. O Estado tem o poder legislativo para o fazer.
– Na prática, trata-se de usar a lei, da mesma forma que foi usada para tirar subsídios aos trabalhadores...
– Sim, e parece-me que não é inconstitucional. Face à situação de emergência do País, à necessidade de reduzir custos, de repartir equitativamente os sacrifícios – tudo reconhecido pelo Tribunal Constitucional – parece-me que essa norma não violaria a Constituição.
– Por que razão não se punem os responsáveis pelos contratos das parcerias que, como já disse, são ruinosas?
– Sobre isso há uma investigação, pelo menos está anunciada como tal. Agora é deixar a investigação correr.
– Esta situação não obriga a repensar o catálogo de crimes de titulares de cargos políticos, por exemplo, a gestão danosa?
– Com as leis actuais, há tipos de crimes em que esta situação, em abstracto, poderá ser enquadrada. Agora, é preciso é haver vontade de aplicar a todos as leis que existem.

No Facebook, no evento para Lisboa, estavam confirmadas mais de 56.000 pessoas. Mas, pairava no ar, que seriam muitas mais. E foram. As pessoas, os portugueses vieram para a rua, para demonstrarem o seu descontentamento perante as últimas medidas do Governo (os números valem o que valem, mas o Expresso, avança com alguns números).

É verdade que a manifestação há muito que estava marcada e tinha como "alvo" a Troika, mas tornou-se evidente que os "alvos" eram outros e as pessoas estavam bem conscientes do que que estava em causa.
O que estava em causa então? A TSU? A subida das contribuições dos pensionistas e reformados? Obviamente isso e muito mais, porque o governo já teve um ano para demonstrar o seu valor. Um ano bastou para perceber que não conseguiu cumprir o objectivo principal. Controlar a despesa e o défice. Inicialmente, os portugueses entenderam e compreenderam que essas medidas eram necessárias. Um ano depois, o governo não conseguiu cumprir o seu principal objectivo e cumprir o défice exigido pela Troika. É mais grave ainda. O Estado não está sequer, em condições de cumprir o novo limite de 5%, pelo que, serão necessárias medidas extraordinárias para cumprir o défice para 2012. Recordo, que estas medidas ainda não são conhecidas.

Dito isto, ficou claramente a ideia nos portugueses, que o Governo vai falhar novamente em 2013, como está a falhar em 2012. Acho que isto é elementar para qualquer pessoa. Ontem, os portugueses responderam de forma evidente, como todo o mundo teve oportunidade de ver.
Eventos como o de ontem, ficam marcados por frases e palavras de ordem. Algumas mais emotivas...outras um pouco descabidas...mas não podemos generalizar. Muitos dos que estiveram ontem presentes, não têm qualquer ideologia partidária. Nunca tinham participado numa manifestação e era possível ver pessoas de todas as idades...desde miúdos de 5 anos, com toda a família até aos senhores mais velhos, até com alguma dificuldade de mobilidade.
Estou a fazer referência a esta questão, porque há imensos preconceitos sobre o tipo de pessoas que marcam presença nestas manifestações e o que defendem. Defendo que a troika deve sair ou que devemos ter demissões e eleições? Não, claro que não. Isso não significa que não me manifeste. Defendo que não se pague ou que se recuse o pagamento da dívida? Claro que devemos pagar, como devemos pagar as prestações do crédito da nossa casa, para não entrar em incumprimento. O meu problema é outro e de alguma forma já o referi no início do post.
O Estado tem que emagrecer. Tem que ser cumprida a reforma administrativa das autarquias e freguesias, os institutos, as fundações e naturalmente as PPPs. Há quem considere que isso não teria impacto nas contas públicas. Eu diria que não, bastando consultar o relatório da despesa pública do 1º semestre. Mas, já se percebeu que a agenda do governo é bem diferente. Como as medidas de austeridade não permitem aumentar a receita do Estado, então segue-se a via do empobrecimento e do custo de produção. A ironia é que Passos Coelho tem sido acusado de ser um neoliberal, quando estas medidas provam precisamente o contrário.
Mas não sejamos ingénuos. Esta foi a minha 2ª manifestação. A primeira foi a manifestação de 12 de Março de 2012. De facto, há alguma paralelismo entre as duas manifestações. Partem da sociedade cívil. Mas têm outro problema...o dia seguinte. O que fica para além da manifestação. É isto que me deixa um pouco frustrado. Tenho várias ideias. Algumas já fiz questão de divulgar em discussões públicas no Twitter, por exemplo. Ou até mesmo com amigos. O denominador comum, destas ideias: monitorização da sociedade civil (em que moldes?), na actividade do Estado e da actividade legislativa da Assembleia da República.
Uma última palavra para a Jonasnuts, que criou o blog disponível em fotosdamanif.blogs.sapo.pt para compilar todas as fotos do dia de ontem...e os updates continuam. Muito obrigado.

No famoso dia 12 de Março de 2011, estive presente, pela primeira vez na minha vida, numa manifestação. Fi-lo com a profunda convicção que nessa altura, era o que devia ser feito. Por outro lado, acreditava que algo mais podia sair, no "dia a seguir" à manifestação.
Chegamos a Setembro de 2012 e achava sinceramente que era impossível bater ainda mais fundo do que tínhamos já batido. Chegou o momento de voltar às ruas e ainda forma mais evidente do que foi feito em Março de 2011.
Os sinais estão à vista. Há um sentimento de frustração e revolta, que não cheguei a sentir em 2011 e isso tem-se notado nos posts, nas reacções e nos artigos de opinião que tenho lido nos últimos dias. Como já vão faltando palavras, para conseguir descrever aquilo que está prestes a acontecer a Portugal, deixo-vos com o manifesto do movimento "Que se Lixe a Troika", que pretende levar milhares de pessoas para a rua, seja em Portugal ou até mesmo no estrangeiro. E já no próximo sábado, dia 15 de Setembro na Praça José Fontana às 17h. Depois será feito o percurso para a Praça de Espanha, uma vez que, também em Espanha será realizado um protesto no próximo sábado.
Manifesto:
É preciso fazer qualquer coisa de extraordinário. É preciso tomar as ruas e as praças das cidades e os nossos campos. Juntar as vozes, as mãos. Este silêncio mata-nos. O ruído do sistema mediático dominante ecoa no silêncio, reproduz o silêncio, tece redes de mentiras que nos adormecem e aniquilam o desejo. É preciso fazer qualquer coisa contra a submissão e a resignação, contra o afunilamento das ideias, contra a morte da vontade colectiva. É preciso convocar de novo as vozes, os braços e as pernas de todas e todos os que sabem que nas ruas se decide o presente e o futuro. É preciso vencer o medo que habilmente foi disseminado e, de uma vez por todas, perceber que já quase nada temos a perder e que o dia chegará de já tudo termos perdido porque nos calámos e, sós, desistimos.
O saque (empréstimo, ajuda, resgate, nomes que lhe vão dando consoante a mentira que nos querem contar) chegou e com ele a aplicação de medidas políticas devastadoras que implicam o aumento exponencial do desemprego, da precariedade, da pobreza e das desigualdades sociais, a venda da maioria dos activos do Estado, os cortes compulsivos na segurança social, na educação, na saúde (que se pretende privatizar acabando com o SNS), na cultura e em todos os serviços públicos que servem as populações, para que todo o dinheiro seja canalizado para pagar e enriquecer quem especula sobre as dívidas soberanas. Depois de mais um ano de austeridade sob intervenção externa, as nossas perspectivas, as perspectivas da maioria das pessoas que vivem em Portugal, são cada vez piores.
A austeridade que nos impõem e que nos destrói a dignidade e a vida não funciona e destrói a democracia. Quem se resigna a governar sob o memorando da troika entrega os instrumentos fundamentais para a gestão do país nas mãos dos especuladores e dos tecnocratas, aplicando um modelo económico que se baseia na lei da selva, do mais forte, desprezando os nossos interesses enquanto sociedade, as nossas condições de vida, a nossa dignidade.
Grécia, Espanha, Itália, Irlanda, Portugal, países reféns da Troika e da especulação financeira, perdem a soberania e empobrecem, assim como todos os países a quem se impõe este regime de austeridade.
Contra a inevitabilidade desta morte imposta e anunciada é preciso fazer qualquer coisa de extraordinário.
É necessário construir alternativas, passo a passo, que partam da mobilização das populações destes países e que cidadãs e cidadãos gregos, espanhóis, italianos, irlandeses, portugueses e todas as pessoas se juntem, concertando acções, lutando pelas suas vidas e unindo as suas vozes.
Se nos querem vergar e forçar a aceitar o desemprego, a precariedade e a desigualdade como modo de vida, responderemos com a força da democracia, da liberdade, da mobilização e da luta. Queremos tomar nas nossas mãos as decisões do presente para construir um futuro.
Este é um apelo de um grupo de cidadãos e cidadãs de várias áreas de intervenção e quadrantes políticos. Dirigimo-nos a todas as pessoas, colectivos, movimentos, associações, organizações não-governamentais, sindicatos, organizações políticas e partidárias que concordem com as bases deste apelo para que se juntem na rua no dia 15 de Setembro.
Dividiram-nos para nos oprimir. Juntemo-nos para nos libertarmos!
Ana Carla Gonçalves, Ana Nicolau, António Costa Santos, António Pinho Vargas, Belandina Vaz, Bruno Neto, Chullage, Diana Póvoas, Fabíola Cardoso, Frederico Aleixo, Helena Pato, Joana Manuel, João Camargo, Luís Bernardo, Magda Alves, Magdala Gusmão, Marco Marques, Margarida Vale Gato, Mariana Avelãs, Myriam Zaluar, Nuno Ramos de Almeida, Paula Marques, Paulo Raposo, Ricardo Morte, Rita Veloso, Rui Franco, Sandra Monteiro, São José Lapa, Tiago Rodrigues.

Muito se tem discutido a tristeza de uns...eu prefiro falar do verdadeiro herói que ganhou uma medalha de ouro nos Jogos Paralímpicos.
Sim, estou a falar de Alessandro Zanardi. Com 45 anos e depois de ter perdido as pernas, foi campeão paralímpico. É impossível não ficar inspirado pela força e destreza deste feito.

Alessandro Zanardi foi piloto de F1, a partir de 1991, pela Jordan, Minardi, Lotus e Williams. A primeira fase na F1, durou até 1995. A partir de 1996, alinhou na Indy CART e foi campeão em 1997 e 1998. Regressou à F1, mas quis o destino que ele voltasse para a Indy CART, sendo que, em 2001, sofreu um brutal acidente, que obrigou à amputação das duas pernas. Mesmo assim e apesar das limitações e das dificuldades, ele conseguiu criar as suas próprias próteses, devidamente adaptadas às suas necessidades e em 2003, voltou ao volante de um automóvel da Indy CART. Entre 2005 e 2009 disputou os campeonatos de WTCC (World Touring Car Champion) pela BMWonde e obteve três vitórias.
Mas o piloto italiano não se ficou pelos desportos motorizados. Em Março de 2010, Zanardi venceu a Maratona paralímpica de Roma. Dois anos depois, após muito esforço, Alessandro Zanardi, nos Jogos Paralímpicos de Londres, conquistou a medalha de ouro na prova de Contra-Relógio em ciclismo.
Obviamente, comecei o post com uma provocação mais ou menos evidente. Tenho consciência que se tratam de situações completamente diferentes, mas parece-me inevitável a comparação e a crítica, mas não posso deixar de destacar a meta que foi alcançada pelo Zanardi. É um exemplo a todos os níveis. De superação. De capacidade de sofrimento. De persistência. De perseverança. De atitude vencedora. De vida.
Noutros campos, infelizmente, não assistimos a nada disso. Sim, consigo reconhecer profissionalismo...mas falta tudo o resto e hoje, Alessandro Zanardi entra para o grupo de pessoas, muito restrito e especial. Felizmente, em Portugal temos alguns exemplos. Assim, de repente, lembro-me imediatamente do João Garcia.

Há muito que andava para fazer este plug, mas o tempo...vocês sabem...
A Rita Fresh e o pessoal da Jing-She (o Alexandre e o Luís), estiveram há um ano, na China Wudang Kung Fu Academy, na vila Wudangshan, província de Hubei no centro da China. Tratou-se, naturalmente de uma viagem e de uma experiência que marca toda uma vida.

Um ano depois, a Rita está a publicar no seu blog, posts que relatam os episódios que marcaram a viagem de há ano. Passem pelo blog e leiam as crónicas da Rita na China.

Quem diria. Depois de uma autêntica bateria de exames (raio-x, ecografias, ressonância magnética, endoscopia), aparentemente o problema de saúde que me tem afectado no último ano, poderá ser resolvido com...água!
Ou seja, foi-me recomendado o consumo intenso de água e foi-me proibido o consumo de leite (seja ele qual for), bebidas gaseificadas, feijão, grão e hortaliça.
Veremos, daqui uns dias, se há alguma evolução...agora, venha de lá um WC portátil...
E nem de propósito, sobre esta questão da água, acabei por apanhar este post no Google+, sobre a importância que a água tem na optimização do corpo humano e que oferece as seguintes recomendações:
- 2 copos de água assim que acorda, ajuda a activar os órgãos internos.
- 1 copo de água 30 minutos antes de uma refeição ajuda na digestão.
- 1 copo de água antes de um banho, ajuda a baixar a tensão.
- 1 copo de água antes de se deitar, ajudar a prevenir um AVC ou um ataque cardíaco.